Resumo
O transplante é a melhor terapia de substituição para órgãos com insuficiência terminal, e com a introdução da ciclosporina (CsA) como parte da terapia imunossupressora na década de 80 foi possível realizar um número cada vez maior de transplantes obtendo-se também aumento da sobrevida do enxerto e melhor qualidade de vida do paciente. Contudo, o uso continuado da CsA fica limitado pelo seu efeito colateral mais importante que é a nefrotoxicidade. O desenvolvimento de novas drogas imunossupressoras visando associação a baixas doses de CsA tem sido o alvo de atenção de vários pesquisadores. O FTY720 é um novo composto que apresenta características imunomoduladoras, não se liga a calcineurina, e não impede a proliferação de linfócitos ou a produção de citocinas por tais células. FTY720 age redirecionando os linfócitos para linfonodos e placa de Peyer impedindo assim sua migração para sítios inflamatórios. Até o momento, muito pouco se sabe sobre os mecanismos de ação do FTY720 sobre o sistema imune e os possíveis efeitos colaterais da droga. Assim, é fundamental o desenvolvimento de modelos experimentais que investiguem a possibilidade de associação do FTY720 a CsA e o efeito dessa combinação no processo de rejeição, na fisiologia e histologia renal, e nas células mesangiais e de musculatura lisa vascular. Pretendemos avaliar o FTY720 no modelo de transplante cardíaco experimental como agente imunossupressor isolado ou em associação com CsA. (AU)
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