| Processo: | 05/03052-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2008 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Vera Lúcia Pereira Chioccola |
| Beneficiário: | Vera Lúcia Pereira Chioccola |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Doenças parasitárias Toxoplasmose cerebral Toxoplasma gondii AIDS Técnicas imunoenzimáticas Reação em cadeia por polimerase (PCR) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caracterizacao Antigenica | Caracterizacao Genotipica | Diagnostico Molecular | Toxoplasmose Cerebral E Aids | parasitologia e biologia molecular |
Resumo
A toxoplasmose é uma doença cosmopolita. Grande parte da população mundial apresenta anticorpos anti-T.gondii. Devido ao caráter oportunista do parasita, pacientes com AIDS e toxoplasmose desenvolvem a doença neurológica. A introdução das terapias antiretrovirais causou um leve declínio da incidência da toxoplasmose cerebral nos pacientes com AIDS. Porém, no Brasil continua causando significante morbidade e mortalidade, sendo a terceira doença indicativa de AIDS. Geralmente, o diagnóstico é presuntivo, pois depende da resposta clínica e radiológica favorável frente ao tratamento específico por 10-14 dias. No entanto, nosso grupo mostrou recentemente que a associação da Reação da Polimerase em Cadeia (PCR) e dos testes sorológicos aos achados clínicos e radiológicos podem definir o diagnostico e agilizar o tratamento especifico. O presente projeto tem como objetivo determinar em amostras de pacientes com AIDS e toxoplasmose cerebral se abordagens moleculares e imunológicas pode cooperar para um melhor entendimento da doença. O delineamento do projeto será realizado em amostras de sangue e/ou liquido cefalorraquiano de pacientes infectados pelo HIV e internados no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Sessenta deles com diagnóstico presuntivo da toxoplasmose cerebral, e 120 com outras doenças oportunistas (grupo controle). Todas amostras serão semeadas em culturas de tecidos e submetidas a PCR e aos testes sorológicos quantitativos (ELISA e imunofluorescência). A seguir, pretendemos genotipar as amostras de DNA positivas na PCR visando analisar se é possível correlacionar a genética do parasita com a sintomatologia da doença e qual tipo de cepa é mais prevalente em nosso meio. Paralelamente, estudaremos proteínas antigênicas liberadas por taquizoítos em sobrenadante de culturas de tecidos infectadas e se existem alguma(s) preditoras ou identificadoras da toxoplasmose cerebral em paciente com AIDS. (AU)
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