| Processo: | 05/56228-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2008 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Paulo Christiano de Anchieta Garcia |
| Beneficiário: | Paulo Christiano de Anchieta Garcia |
| Instituição Sede: | Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 06/57853-1 - Taxonomia dos gêneros Paratelmatobius B. Lutz & Carvalho, 1958 e Scythrophrys Lynch, 1971 e seu posicionamento filogenético na família Leptodactylidae (Amphibia, Anura), BP.JP |
| Assunto(s): | Filogenia Amphibia Anura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Filogenia | Leptodactylidae | Paratelmatobius | Scythrophrys | Sistematica | Taxonomia |
| Publicação FAPESP: | https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Investindo...pesquisadores_189_156_156.pdf |
Resumo
Os gêneros Paratelmatobius e Scythrophrys são endêmicos do território brasileiro, ocorrendo nas regiões serranas da floresta Atlântica, desde a divisa dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro até Santa Catarina. Como em muitos gêneros de anfíbios anuros de pequeno porte e habitantes da serapilheira de ambientes florestais, os seus relacionamentos intra e intergenéricos não estão bem resolvidos. Isso é devido, em parte, a falta de exemplares e informações biológicas da maioria das espécies, tidas como raras em sua área de ocorrência. Nos últimos anos, porém, com o aumento de pesquisas em campo e com a utilização de novas técnicas de coletas, como o uso de armadilhas de interceptação e queda (pit-fall traps), têm-se obtido maior número de exemplares de espécies destes gêneros e de novas espécies em descrição. Estas novas descobertas têm proporcionado maior conhecimento a respeito da biologia, morfologia, citogenética e, mais recentemente de aspectos moleculares destas espécies. No entanto, apesar de haver um estudo molecular em andamento, ainda não se testou efetivamente os relacionamentos intra e intergenéricos destes dois gêneros, que têm sido frequentemente citados como grupos proximamente relacionados, talvez um grupo monofilético. Neste trabalho eu proponho um estudo baseado em morfologia e biologia, visando testar uma hipótese de monofiletismo para estes dois taxa, e os seus relacionamentos intragenéricos; também pretendo testar o relacionamento destes gêneros com os demais gêneros da família Leptodaclylidae e, consequentemente testar as subfamílias de Leptodactylidae como conhecidas atualmente. (AU)
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