| Processo: | 06/58263-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Paulo César Maiorka |
| Beneficiário: | Aline de Mello Cruz |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Comportamento materno Comportamento predatório animal Analgésicos opioides Morfina Progesterona |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comportamento Maternal | Comportamento Predatorio | Morfina | Opioides | Progesterona | Sensibilizacao |
Resumo O comportamento de cuidar de um recém-nascido e imaturo da mesma espécie vem sendo objeto de extensa investigação nas últimas décadas. O comportamento maternal (CM) de ratas consiste em cuidados diretos, tais como busca amamentação e limpeza dos filhotes, e indiretos, como agressividade e construção do ninho, apresentados pela fêmea para viabilizar a sobrevivência do neonato. Os opióides são potentes inibidores do CM durante a lactação, ao mesmo tempo em que parecem promover um estimulo ao comportamento exploratório e predatório. Alguns estudos têm sido realizados para investigar o perfil hormonal de ratas gestantes e lactantes, assim como sua relação com o tratamento com morfina. Foi revelada uma ação especifica da morfina sobre a liberação de progesterona ao final da gestação, com possíveis conseqüências comportamentais. Este trabalho tem como principal objetivo elucidar algumas questões que não ficaram perfeitamente esclarecidas com tais estudos. O objetivo inicial é investigar qual a menor dose aguda de morfina capaz de que revelar uma sensibilização a este opióide no contexto cuidar dos filhotes ou caçar insetos. Em uma segunda etapa, o aumento da propensão a caçar, induzido em fêmeas lactantes pré-tratadas com morfina, terá suas causas investigadas. Ou seja, será testado se animais tratados com morfina irão preferir caçar ao invés de cuidar da prole em decorrência de uma ação direta do opióide ou indireta, por meio de um aumento dos níveis séricos de progesterona. (AU) | |
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