| Processo: | 07/50688-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Edson Luiz Lopes Baldin |
| Beneficiário: | Edson Luiz Lopes Baldin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Extratos vegetais Mosca-branca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade Inseticida | Deterrencia | Extratos Vegetais | Lycopersicon Sp. | Mosca-Branca | Repelencia |
Resumo
A mosca-branca, Bemisia tabaci (Gennadius, 1889) biótipo B (Hemiptera: Aleyrodidae), é uma das mais importantes pragas da agricultura mundial. No Brasil, o inseto é responsável por significativas perdas de produção, principalmente em hortaliças. Em tomateiro, o inseto prejudica as plantas tanto direta como indiretamente, sendo que no primeiro caso, os danos ocorrem devido à injeção de toxinas na alimentação, induzindo sintomas como o amarelecimento irregular dos frutos. No segundo caso, o inseto é mais prejudicial, atuando como vetor de geminivírus. Devido à capacidade e a velocidade com que o inseto desenvolve resistência aos inseticidas convencionais e também à toxicidade destes, têm-se procurado encontrar produtos com novos modos de ação, que sejam mais persistentes, econômicos e ecologicamente viáveis. Dentre as opções menos tóxicas de controle da mosca-branca, inclui-se o uso de extratos de plantas de diversas famílias vegetais, cujos estudos tem sido bastante difundidos na atualidade. Nessa linha, o presente trabalho terá por objetivo avaliar o efeito de extratos brutos (não aquosos) de plantas sobre esse inseto em tomateiro, visando possível isolamento de substâncias ativas. Para tanto, em gaiolas, serão realizados testes de repelência, preferência para oviposição e ação inseticida com extratos brutos (diclorometano, hexano e metanol), provenientes de plantas das famílias Meliaceae e Asteraceae, aplicados sobre plantas de tomateiro, a fim de selecionarem-se aqueles mais eficientes quanto a esses aspectos. Posteriormente, os extratos mais ativos serão fracionados e novamente testados em laboratório, visando observar a ação de contato dos produtos sobre ovos, ninfas e adultos do inseto. Ainda nessa fase, será também avaliada a ação translaminar dos extratos sobre ovos e ninfas da mosca-branca. Ao término dessas etapas, as frações mais ativas serão avaliadas para o possível isolamento de substâncias ativas. Futuramente, em casa-de-vegetação, deverá ser avaliada a possível atividade sistêmica dos extratos, regando-se com diferentes freqüências e concentrações as plantas de tomateiro previamente infestadas com ovos e ninfas do inseto. (AU)
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