| Processo: | 07/55030-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Luciana Venturini Rossoni |
| Beneficiário: | Gisele Kruger Couto |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Infarto do miocárdio Óxido nítrico Reatividade cardiovascular Insuficiência cardíaca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Infarto Do Miocardio | Insuficiencia Cardiaca | Oxido Nitrico | Reatividade Vascular | Vasos De Resistencia |
Resumo No Brasil, a taxa de mortalidade devido a doenças do sistema cardiovascular corresponde a 28% da mortalidade geral e vem crescendo em todas as regiões do Brasil, sendo estas responsáveis por 10% de internações em hospitais do SUS. Dentre estas patologias cardiovasculares o infarto do miocárdio (IM) é responsável por 23% da mortalidade (Sistema de informação de mortalidade, DAT ASUS do Ministério da Saúde). Pereira et al. (2005) descreveram no modelo experimental de ratos com oclusão permanente da artéria coronariana, que após 4 semanas do IM os animais se subdividiam naturalmente em dois grupos: 1) animais que apresentavam sinais de insuficiência cardíaca (IC) e 2) animais que, apesar da mesma área de infarto, não apresentavam as características de IC. Assim, esses autores demonstraram que a reatividade vascular no leito arterial caudal era diferentemente modulada, uma vez que os animais infartados sem sinais de IC apresentavam uma redução da resposta vasodilatadora à acetilcolina e um aumento da resposta contrátil à fenilefrina quando comparado aos animais com cirurgia fictícia (sham). Ao passo que os animais infartados com sinais de IC apresentavam um relaxamento induzido pela acetilcolina normal e uma redução da resposta contrátil à fenilefrina quando comparados aos animais sham. Assim, este modelo experimental é um ótimo modelo para se estudar as alterações vasculares induzidas pelo IM, antes e após o desenvolvimento de IC. Além do mais, Sartório et al. (2005) demonstraram que 3 dias após o IM em ratos já se observa uma redução do relaxamento à acetilcolina e um aumento da resposta contrátil à fenilefrina no leito arterial caudal desses animais. Logo, este segundo modelo experimental de infarto agudo do miocárdio também é um ótimo modelo para se avaliar as alterações vasculares agudas após o IM. Porém, nestes 2 modelos de ratos com infarto do miocárdio, após 3 dias ou 4 semanas, a função vascular somente foi avaliada no leito arterial caudal, o qual é um leito vascular de transição. Dessa forma, o atual projeto de pesquisa tem como objetivo geral avaliar a função vascular em arteríolas isoladas do leito mesentérico e do músculo esquelético bem como avaliar a função vascular em artérias coronárias de resistência de ratos com 3 dias após o IM, mimetizando uma fase aguda pós-IM, e de ratos com 4 semanas após o IM, mimetizando uma fase crônica pós-IM. Além disso, neste último grupo a função vascular será avaliada tanto nos animais com IC quanto nos animais sem sinais de IC. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |