| Processo: | 07/59540-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Carlos Roberto Jorge Soares |
| Beneficiário: | Carlos Roberto Jorge Soares |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Escherichia coli Prolactina Bacteriófago lambda |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Escherichia Coli | Hprl | Mprl | Porlactina Humana | Prolactina De Camundongo | Promotor Lambda Pl |
Resumo
A prolactina é um neurohormone que faz parte da superfamília das citocinas e está envolvida em mais de 300 processos biológicos. Devido à sua ação endócrina, autócrina e parácrina, muitas vezes relacionadas ao desenvolvimento de patogenias humanas como carcinomas e doenças auto-imunes, muitos estudos foram direcionados na busca de um antagonists eficiente dessa proteína, capaz de inibir ou eliminar essas ações não desejadas. Considerando-se a diferença de 41% encontrada na seqüência de aminoácidos da prolactina de camundongo em relação à humana, implicando também em diferenças na glicosilação e fosforilação, assim como na sua ligação ao receptor e, ainda, levando-se em conta que os modelos animais utilizados em ensaios in vivo com prolactina humana são geralmente heterólogos (ratos ou camundongos), fica evidente que esses fatores podem interferir de forma decisiva na interpretação correta dos resultados e que experimentos em sistema homólogo seriam desejáveis. Entre os antagonistas humanos da prolactina está o S179D-hPRL, em que a serina fosforilada é substituída pelo ácido aspártico na posição 179 mimetizando assim sua ação biológica. Este projeto visa realizar a síntese e caracterização da prolactina de camundongo (mPRL) e, pela primeira vez, do análogo correspondente ao S179D-hPRL substituindo a serina pelo ácido aspártico na posição 177 do hormônio murino (S177D-mPRL). A obtenção deste análogo em Escherichia coli e sua caracterização físico-química e biológica serão úteis para desenvolver estudos que envolvem modelos animais tanto com células tumorais como com doenças crônicas como o lúpus eritematoso sistêmico e a artrite reumatóide, dando continuidade à colaboração realizada neste campo juntamente com o Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade da Califórnia em Riverside. (AU)
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