| Processo: | 09/03587-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Luis Henrique Zanini Branco |
| Beneficiário: | Nadia Martins Lemes da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Filogenia Ecologia vegetal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomas | Brasil | Ecologia | Filogenia | Taxonomia | Trentepohliales | Taxonomia de criptógamos |
Resumo Os membros da ordem Trentepohliales são estritamente terrestres, crescendo em solo, rochas, troncos, folhas, frutos e vários tipos de construções artificiais. A ordem consiste de uma única família, Trentepohliaceae, e o número de gêneros é ainda conflitante entre os autores, alguns considerando a família com cinco gêneros (Trentepohlia, Printzina, Phycopeltis, Cephaleuros e Stomatochroon) e outros com seis gêneros (incluindo Physolinum, além dos gêneros citados). Esse grupo de algas de verdes é o mais abundante em ambientes terrestres e está entre os menos conhecidos e estudados. No Brasil e em muitas regiões tropicais, a flora desses esses organismos é praticamente desconhecida. O presente estudo pretende contribuir com o conhecimento taxonômico do grupo, através do levantamento florístico em diferentes biomas brasileiros: Cerrado (Parque Nacional da Serra da Canastra), Mata Atlântica (Parque Estadual da Serra do Mar/núcleo Picinguaba) e Floresta Estacional Semidecidual (fragmentos florestais no noroeste do estado de São Paulo). Os crescimentos de Trentepohliales serão procurados visualmente ao longo da maior área possível no interior de cada bioma e em diferentes níveis altimétricos, considerando-se a viabilidade de execução do trabalho, e coletados qualitativamente em troncos, folhas, solo e pedras. Nos locais de coleta serão também tomados dados físico-químicos para a caracterização do micro-habitats das espécies. Além do levantamento florístico dos táxons, os espécimes serão comparados segundo a morfologia e as características moleculares, visando o estudo da filogenia de organismos da ordem. (AU) | |
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