| Processo: | 09/05505-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Vera Lúcia Pereira Chioccola |
| Beneficiário: | Isabelle Martins Ribeiro Ferreira |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Toxoplasmose cerebral Técnicas de genotipagem Toxoplasmose congênita Epidemiologia molecular Toxoplasma gondii |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cepas brasileiras | Genotipagem | Toxoplasma gondii | Toxoplasmose cerebral | Toxoplasmose congênita | Epidemiologia molecular |
Resumo A toxoplasmose é uma infecção cosmopolita com uma pequena porcentagem de indivíduos desenvolvendo a forma clínica. Contudo, quando ocorre algum tipo de imunossupressão, como nos pacientes infectados com o vírus HIV, existe uma grande chance de ocorrer a reativação de infecção latente por Toxoplasma gondii, causando doença neurológica. Nesta população, T. gondii constitui a causa mais comum de lesões expansivas intracranianas, sendo que, no Brasil, a prevalência da toxoplasmose cerebral é alta e com considerável morbidade e mortalidade. As análises genéticas de populações de T. gondii são de extrema importância médica para compreender os padrões epidemiológicos, as diferentes manifestações da doença e para servir de suporte para novas estratégias para vacinação, tratamento e diagnóstico. As primeiras análises genéticas de populações indicavam que as cepas de T. gondii eram agrupadas em três linhagens designadas tipo I, II e III. Somente estas cepas clonais eram genotipadas, por serem isoladas na Europa e América do Norte. Surpreendentemente, os estudos realizados com cepas isoladas na América do Sul mostraram que elas são mais virulentas e, predominantemente dos tipos I ou III. No Brasil, a maioria dos estudos mostrou que apesar de uma predominância de cepas do tipo I, observou-se uma grande diversidade genética. Marcadores específicos para as amostras Sul americanas poderiam discriminar as cepas polimórficas. O presente projeto pretende estabelecer novos critérios e a escolha de mais marcadores moleculares para analisar as amostras brasileiras e, possivelmente, determinar novas cepas. A metodologia empregada será por: "multilocus" - PCR-RFLP e seqüenciamento das regiões gênicas dos isolados a serem analisados. As análises serão realizadas em 70 amostras de DNA provenientes de um banco de DNA gerado a partir de amostras de sangue, líquido amniótico e líquido cefalorraquiano, que foram encaminhadas para o Laboratório de Biologia Molecular de Parasitas do Instituto Adolfo Lutz para realizar o diagnóstico molecular da toxoplasmose cerebral em pacientes com Aids atendidos nas Unidades Básicas de Saúde do Estado de São Paulo. A partir do desenvolvimento deste projeto, esperamos que os resultados e conclusões obtidos nos esclareçam quais isolados que predominam na nossa região, uma vez que já demonstramos que as cepas brasileiras são diferentes das provenientes de regiões do norte do Mundo. (AU) | |
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