| Processo: | 09/52925-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Silvio Arruda Vasconcellos |
| Beneficiário: | Silvio Arruda Vasconcellos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Imunização passiva Imunidade ativa Suínos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Imunidade Ativa | Imunidade Passiva | Lepstospirose | Real Time- Pcr | Suinos | Vacinbas |
Resumo
O controle da eficiência de bacterinas antileptospirose de uso animal adotado internacionalmente é o teste de potência com desafio em hamsters, que para a sua realização, necessita da obtenção e conservação de estirpes de leptospiras patogênicas para hamsters. Contudo na atualidade esta metodologia tem sido questionada, sendo estimulada a busca de alternativas que substituam os ensaios em animais por procedimentos realizados in vitro (ICL). O teste de ICL tem sido proposto como uma alternativa, pois já foram efetuados estudos comparativos em hamsters com resultados promissores, e ainda existe a possibilidade do mesmo ser empregado na própria espécie animal para a qual a bacterina foi produzida, o que aumentaria e praticidade e dispensaria de uma vez o uso de animais de laboratório para tal fim. Dentre os animais de produção em que a leptospirose tem sido controlada com o emprego de bacterinas, os suínos assumem grande importância econômica. Assim o presente projeto tem o objetivo de avaliar procedimentos alternativos para o controle da potência de bacterinas antileptospirose suína que dispensem o emprego de animais de laboratório incluindo: a quantificação dos antígenos LigA e LipL32, por serem considerados altamente imunogênicos e expressos na maioria dos sorovares patogênicos de leptospiras, e estabelecer o limiar de anticorpos neutralizantes ativamente produzidos e passivamente transferidos pelo teste de inibição de crescimento de leptospiras in vitro, com caracterização da classe de imunoglobulina envolvida, detectada pelo teste de ELISA. O controle da qualidade da bacterina será feito por meio do teste de potência padrão com desafio em hamsters. (AU)
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