| Processo: | 09/54569-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | José Rubens Pirani |
| Beneficiário: | José Rubens Pirani |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/19949-8 - Estudo da anatomia floral de espécies de Galipeinae (Rutaceae),
BP.TT 11/22131-4 - Evolução floral e sistemática em Galipeinae (Rutaceae)., BP.TT 11/22148-4 - Evolução floral e sistemática de Galipeinae (Rutaceae)., BP.TT |
| Assunto(s): | Sistemática Evolução vegetal Morfologia vegetal Anatomia vegetal Floração Rutaceae Galipeinae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biologia Floral | Evolucao Floral | Galipeinae | Morfo Anatomia Floral | Rutaceae | Sistematica |
Resumo
Pertencente à tribo Galipeae, Galipeinae é a subtribo mais diversificada da família Rutaceae na região neotropical. No entanto, estudos moleculares recentes vêm demonstrando que este grupo não é monofilético. A delimitação atual dos gêneros e espécies da subtribo é baseada principalmente em características florais, tais como corola tubulosa leve a fortemente zigomorfa, presença de estaminódios, anteras basifíxas e geralmente apendiculadas, grau de união entre filetes e entre estes e as pétalas. Porém, os trabalhos de morfo-anatomia floral feitos até então para subtribo são insuficientes para o entendimento profundo da diversidade de flores existente no grupo. Nesse contexto, o presente trabalho pretende estudar a morfo-anatomia floral de representantes da subtribo, visando fazer o levantamento de características que serão utilizadas na execução de uma análise filogenética combinada de dados morfológicos e moleculares. Adicionalmente pretende-se avaliar a evolução das características florais estudadas à luz da filogenia, bem como verificar o possível significado adaptativo dessas feições florais, através de estudos de biologia floral e reprodutiva. Isso será importante para a compreensão dos fatores que podem ter exercido pressão seletiva sobre a morfogênese dos órgãos reprodutivos, direcionado a evolução floral do grupo. A filogenia mais robusta construída será utilizada para a discussão da história evolutiva da subtribo e grupos relacionados, e junto com outros caracteres já bem estabelecidos, potencialmente poderão ser propostas novas delimitações taxonômicas para os. gêneros e espécies de Galipeinae. (AU)
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