| Processo: | 10/13911-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental |
| Pesquisador responsável: | Deisy das Graças de Souza |
| Beneficiário: | Thaís Arantes Ribeiro |
| Instituição Sede: | Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Crianças Exclusão Aprendizagem relacional Responder por exclusão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aprendizagem relacional | aquisição de vocabulário | crianças | exclusão | mapeamento rápido | Responder por exclusão |
Resumo O responder por "exclusão" ou mapeamento rápido (tendência a relacionar eventos novos em uma situação a que relações previamente aprendidas não se aplicam) vem sendo considerado como um dos processos pelo qual as crianças aprendem a relacionar palavras novas a objetos ou eventos. O responder por exclusão foi demonstrado em muitos estudos que, em geral, simulam a aprendizagem de relações do tipo substantivo (nome-objeto). A tarefa experimental típica é a de escolha de acordo com o modelo em que os estímulos modelo geralmente são palavras e os estímulos de comparação ou escolha são figuras de objetos ou os próprios objetos. O presente estudo tem como objetivo verificar se o responder por exclusão também ocorre no ensino de relações palavra-qualidade: os estímulos modelo ditados serão adjetivos e os estímulos de comparação visuais serão propriedades ou qualidades de objetos, pessoas ou eventos. Um segundo objetivo será verificar se existe relação entre a quantidade de tentativas de exclusão e a aprendizagem das novas relações que se pretende ensinar. Participarão do estudo 24 crianças de pré-escola, com 24 a 27 meses de idade, com desenvolvimento típico. Inicialmente será estabelecida uma linha de base de discriminações condicionais auditivo-visuais com adjetivos (/alegre/, /triste/, /bravo/) como modelos e faces estilizadas como estímulos de comparação; sondas de exclusão apresentarão as pseudopalavras /guli/ ou /neja / como modelo, uma face relacionada a uma palavra na linha de base (face definida) e uma face indefinida (não relacionada a palavras na linha de base). Selecionar a face indefinida evidenciará controle por exclusão ou mapeamento rápido. Tentativas adicionais de linha de base e de exclusão serão intercaladas com sondas de aprendizagem para verificar se (e depois de quantas tentativas) o responder por exclusão também resulta na aprendizagem da relação palavra ditada-característica da face para as duas peseudopalavras. | |
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