| Processo: | 10/15450-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Fernanda Rodrigues Lima |
| Beneficiário: | Fernanda Rodrigues Lima |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Lúcia de Sá Pinto ; Bruno Gualano ; Danilo Marcelo Leite do Prado ; Hamilton Augusto Roschel da Silva ; Manoel Tavares Neves Junior ; Marcelo Saldanha Aoki |
| Assunto(s): | Reumatologia Exercício físico Osteoartrite Joelho Suplementos nutricionais Creatina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Creatina | Exercício | Osteoartrite de joelho | treinamento físico | Reumatologia |
Resumo
A osteoartrite (OA) é a mais comum das artrites e representa a principal causa de incapacidade crônica nos idosos. Pacientes com essa doença frequentemente apresentam diminuição de força no quadríceps, propriocepção alterada e tendência a quedas. Portanto, o fortalecimento do quadríceps é um alvo lógico no tratamento da OA de joelho. Uma vez que a suplementação de creatina maximiza o ganho muscular em pacientes submetidos ao treinamento resistido, postula-se que seja um importante adjuvante à terapêutica não-farmacológica. A redução do tempo de reabilitação poderá trazer grande impacto na saúde pública através da otimização dos recursos envolvidos e do retorno mais precoce do paciente às suas atividades habituais. No estudo proposto, serão avaliadas trinta pacientes do sexo feminino, distribuídas em dois grupos (suplementação de creatina ou placebo). Todas farão treinamento físico três vezes por semana durante doze semanas. Antes e após a intervenção, serão avaliadas por testes clínicos, composição corporal por meio da densitometria de corpo inteiro e biópsia muscular minimamente invasiva para obtenção de tecido para análise das vias de hipertrofia e atrofia muscular. O entendimento dos mecanismos moleculares tróficos que regem a fisiopatologia desta doença e a sua possível alteração em função da intervenção proposta poderá trazer importantes avanços no tratamento da osteoartrite. (AU)
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