| Processo: | 10/17632-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica |
| Pesquisador responsável: | Cristiane Masetto de Gaitani |
| Beneficiário: | Cristiane Masetto de Gaitani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Fabíola Attié de Castro ; Fernando de Queiroz Cunha ; Fernando Spiller |
| Assunto(s): | Eletroforese capilar Fármacos Controle biológico de qualidade dos fármacos Mesilato de imatinibe |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biofármacos | controle de qualidade | Eletroforese Capilar | fármacos quirais | validação de métodos | técnica de separação |
Resumo
A eletroforese capilar é uma técnica analítica de separação baseada nas diferenças entre as mobilidades de espécies carregadas, em uma solução de eletrólitos que pode ser aquoso ou orgânico, no interior de um pequeno capilar sob a influência de um campo elétrico. Dentre as principais vantagens da eletroforese capilar podem ser citadas: a alta eficiência, versatilidade, a demanda de pequenos volumes de amostra, o reduzido tempo de análise, o consumo mínimo de solventes, o baixo custo dos materiais de consumo, a possibilidade de interface com vários sistemas de detecção, e a simplicidade da instrumentação básica. Assim, devido à eficiência, seletividade e versatilidade, o presente projeto propõe demonstrar a aplicação dessa técnica em diferentes áreas. Neste sentido, está sendo proposta a análise enantiosseletiva da fluvastatina e seu principal metabólito em material biológico em plasma, uma vez que ainda não existe método descrito na literatura para a análise deste fármaco por eletroforese capilar. Em outras aplicações, duas macromoléculas serão analisadas: o interferon-± (INF-±) e a ±-1 glicoproteína ácida (±-1 AGP). A análise do INF-±, um biofármaco, será realizada em diferentes medicamentos comerciais com aplicação no controle de qualidade de biofármacos e a análise da ±-1 AGP, um biomarcador, será realizada em plasma de pacientes internados no HCFMRP/USP com o objetivo de relacionar a concentração e estrutura desta glicoproteína nos diferentes estágios de desenvolvimento do estado inflamatório. Finalmente, também está sendo proposto o desenvolvimento e validação de um método para análise do mesilato de imatinibe em plasma. O método será aplicado em amostras de plasma de pacientes portadores de leucemia mielóide crônica, em tratamento, para quantificação do fármaco e auxiliar no entendimento do mecanismo de resistência observado em alguns pacientes. (AU)
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