| Processo: | 11/01840-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Classius de Oliveira |
| Beneficiário: | Lilian Franco Belussi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anura Melanócitos Inflamação alfa-MSH |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alfa-MSH | anuros | Inflamação | Melanócitos | Anatomia e Fisiologia de Grupos recentes |
Resumo Os anfíbios, junto com os demais vertebrados ectotérmicos, compartilham a existência de um sistema pigmentar extracutâneo, constituído por células com o citoplasma repleto de melanina, em vários tecidos e órgãos. O papel funcional dessas células pigmentares nos órgãos ainda não está bem definido, havendo várias hipóteses, dentre elas, funções citoprotetoras, detoxificação de poluentes e contra patógenos. Mecanismos pelos quais ocorre variação dessa pigmentação visceral são ainda obscuros, embora seja conhecida responsividade dessas células a neuropeptídeos tais como hormônio estimulante de melanócito ± (±-MSH) que possui funções relacionadas à dispersão dos grânulos de melanina no interior dos melanócitos, sendo também um neuroimunomodulador endógeno capaz de atuar sobre vários tipos de inflamações experimentais. Este trabalho visa analisar os efeitos do hormônio ±-MSH no processo inflamatório induzido experimentalmente por lipopolissacarídeo de Escherichia coli, tendo o fígado, baço e testículos do anuro Eupemphix nattereri como órgãos alvo, buscando elucidar mecanismos pelos quais há um aumento dessa pigmentação frente à infecção. Para tanto, os animais serão tratados com o análogo sintético do hormônio ±-MSH, Nle4, D-Phe7- ±-MSH e posteriormente inoculados com a endotoxina, a fim de testar se o efeito antiinflamatório sistêmico desse hormônio está relacionado com a variação da pigmentação visceral em anuros. Para isso, serão realizadas análises morfológicas, estereológicas, histoquímicas e imunohistoquímicas, além de análises em cultura de melanóforos a fim de observar a ação direta do patógeno nas células pigmentares, e o efeito antiinflamatório em células previamente incubadas com análogo sintético do hormônio ±-MSH, Nle4, D-Phe7- ±-MSH. | |
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