| Processo: | 11/01848-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Sandra Helena Poliselli Farsky |
| Beneficiário: | Sandra Helena Poliselli Farsky |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Norberto Peporine Lopes |
| Assunto(s): | Substâncias protetoras Trato gastrointestinal Úlcera gástrica Produtos naturais Antiulcerosos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camundongos | Estresse oxidativo | Inflamação | Produtos Naturais | Úlcera gástrica | Inflamação |
Resumo
A úlcera gástrica e causada por desequilíbrio entre os fatores protetores e agressores, sendo caracterizada pela formação de lesões e necrose do tecido gástrico. O processo é marcado por intensa migração de neutrófilos, que no primeiro momento, atuam como mecanismo de defesa. No entanto, a atividade secretora dos neutrófilos contribui para o processo lesivo. Os tratamentos farmacológicos atuais são efetivos, porém, causam efeitos adversos, o que leva a busca por novos agentes terapêuticos. Neste contexto, a literatura recente tem proposto que os agonistas de receptores ativados por proliferadores de peroxissoma (PPARs), bem como os compostos naturais, como o ácido clorogênico (ACG), possam ser empregados como agentes antiúlcera. Desta forma, este projeto tem o objetivo de investigar a ação da molécula indol-tiazolidínica agonista parcial de PPAR-g (Lyso-07) e do ACG, um composto polifenólico isolado de Lychnophora salicifoli, sobre a instalação e cicatrização da úlcera gástrica experimental em camundongos provocada por agentes exógenos distintos e investigar os possíveis mecanismos de ação envolvidos. Camundongos Swiss, machos serão tratados com Lyso-07 (5, 25 e 50 mg/kg) ou ACG (5, 25 e 50 mg/kg), 1 hora antes dos tratamentos químicos (etanol 60% + HCl 0,03M ou indometacina, 100mg/kg; gavagem) para indução da úlcera. Para avaliar o efeito da Lyso-07 ou o ACG sobre a cicatrização do processo, lesão ulcerativa crônica será induzida por ácido acético (20 mL, solução 20%, na camada sub-serosa estomacal) e o Lyso-07 ou ACG serão administrados 1 vez ao dia, durante 7 dias por gavagem. Serão coletados sangue circulante e tecido estomacal para avaliar a área da lesão, as atividades das enzimas oxidativas (ensaios bioquímicos), a produção de óxido nítrico (reação de Greiss), as secreções de citocinas pró ou antiinflamatórias (interleucinas 1², 6, 4, 10 e fator de necrose tumoral alfa (TNF-±; Elisa); de prostaglandina E2 (PGE2; Elisa) e de prostaciclina (PGI2; Elisa); parâmetros bioquímicos (colesterol, triglicerídeos e glicose por métodos enzimáticos). Os dados obtidos, além de contribuir para o conhecimento dos mecanismos de ação dos agonistas PPARs e do ACG, fornecerão subsídios para estudos posteriores que poderão propor o emprego terapêutico de moléculas sintetizadas no Brasil e de compostos de origem natural. (AU)
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