| Processo: | 11/19857-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Alvaro Esteves Migotto |
| Beneficiário: | Karin Hoch Fehlauer Ale |
| Supervisor: | Tim Littlewood |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Marinha (CEBIMAR). Universidade de São Paulo (USP). São Sebastião , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Natural History Museum, London, Inglaterra |
| Vinculado à bolsa: | 09/08940-7 - Caracterização molecular de Bugula spp. (Bryozoa, Cheilostomata, Bugulidae): implicações taxonômicas, filogenéticas e de bioinvasão, BP.PD |
| Assunto(s): | Marcador molecular Bryozoa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bryozoa | Bugula neritina | introdução antropogênica | marcadores mleculares | Sequências de DNA | Sistemática Molecular |
Resumo Estudos baseados em sequências de DNA têm revelado complexos de linhagens crípticas para espécies globalmente distribuídas de briozoários, desafiando o tradicional conceito dentre os especialistas de que muitas destes táxons sejam verdadeiramente cosmopolitas. Expedições marítimas realizadas ao longo dos séculos XVIII e XIX já haviam reportado colônias de Bugula neritina em várias localidades tropicais e subtropicais ao redor do planeta, atribuindo a esta espécie uma distribuição cosmopolita natural. Entretanto, análises da variação do gene mitocondrial citocromo c oxidase sub-unidade I (COI) têm sugerido que B. neritina seja um complexo de pelo menos três espécies crípticas, sendo duas delas aparentemente restritas ao EUA e outra globalmente distribuída. Através de análises do COI, a presença da linhagem tipo S (globalmente distribuída) em distintas localidades das costas sudeste e sul do Brasil foi detectada. Consistente com a falta de variação deste gene e com a reduzida capacidade de dispersão larval da espécie, a hipótese de introdução antropogênica parece ser uma explicação viável para justificar a distribuição cosmopolita de uma das linhagens de B. neritina. Entretanto, a área de origem deste haplótipo não pode ser inferida apenas com os dados de COI, devido à sua falta de variabilidade e, consequentemente, de informação filogeográfica. Neste contexto, os objetivos deste projeto permeiam a investigação dos padrões filogeográficos em larga escala da linhagem globalmente distribuída de B. neritina, e a detecção dos processos evolutivos responsáveis por este padrão de distribuição. (AU) | |
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