| Processo: | 11/20677-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Pesquisador responsável: | Célio Fernando Baptista Haddad |
| Beneficiário: | Vitor Hugo Mendonça do Prado |
| Supervisor: | Pedro R. Peres-Neto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Université du Québec à Montréal (UQÀM), Canadá |
| Vinculado à bolsa: | 10/50125-6 - Diversidade de espécies e coexistência: qual o papel destes componentes na variação morfológica em hilídeos sul-americanos?, BP.PD |
| Assunto(s): | Ecologia de comunidades Morfologia animal Anura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anura | body shape | community ecology | diversification | morphology | Ecologia de Comunidades |
Resumo Algumas teorias evolutivas predizem uma relação positiva entre diversificação de espécies e diversidade morfológica dentro das diferentes linhagens. A diferenciação de nicho é geralmente seguida pela seleção de fenótipos divergentes, que, por sua vez, minimiza interações entre espécies competidoras (deslocamento de caracteres). Portanto, é esperada uma forte influência da variação morfológica entre espécies de uma linhagem no padrão de coexistência destas espécies. No entanto, esta relação tem sido pouco testada. Os objetivos do presente projeto são testar esta relação com dados morfológicos e de distribuição geográfica de hilídeos sul-americanos. A variação morfológica será quantificada para espécies do continente, com base em 28 medidas morfométricas. A distribuição das espécies e a sobreposição espacial serão quantificadas de acordo com mapas de distribuição geográfica disponíveis em bases de dados. A hipótese de que a diversificação morfológica é uma função do número de espécies e/ou da sobreposição espacial será testada por regressão múltipla. A inércia filogenética será avaliada pelo método de quadrados mínimos generalizados, enquanto que o padrão de coexistência das características morfológicas será avaliado por modelos nulos. (AU) | |
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