| Processo: | 12/01873-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Kátia de Angelis Lobo D Avila |
| Beneficiário: | Daniela de Moura Azevedo Tuma Farah |
| Instituição Sede: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Síndrome metabólica Cardiometabólica Treinamento aeróbio Treinamento físico Estresse oxidativo Frutose Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | desenvolvimento | frutose | Modulação autonômica cardiovascular | Ratos | Síndrome Metabólica | treinamento físico aeróbio | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo O aumento do consumo de produtos industrializados contendo grande quantidade de frutose na alimentação e sua associação ao maior índice de sedentarismo têm aumentado a preocupação de órgãos da saúde em relação ao aumento da prevalência de doenças crônicas. A associação de vários fatores de risco no período de desenvolvimento da criança pode ter uma influência no desenvolvimento de síndrome metabólica na vida adulta. Neste sentido, a prática de atividades físicas pelas crianças pode ser um meio de diminuir esse risco e melhorar a qualidade de vida. Dessa forma, O objetivo deste estudo será avaliar se a sobrecarga de frutose iniciada desde o desmame (21 dias de vida) em ratos machos induz disfunções cardiometabólicas, associadas a alterações na modulação autonômica cardiovascular e em parâmetros de estresse oxidativo, bem como investigar se o treinamento físico aeróbico aplicado durante o mesmo período tem efeito protetor sobre tais disfunções. Serão utilizados 24 ratos machos Wistar divididos em 3 grupos (n=8 cada grupo), sendo: frutose treinado (FT), frutose sedentário (FS) e controle sedentário (CS). O grupo treinado será submetido a um programa de treinamento físico em esteira ergométrica (1 hora/dia, 5 dias/semana, 8 semanas, 40-60% da velocidade máxima no teste de esforço), e ao final do protocolo serão realizados a medida da glicemia, o teste de tolerância a glicose e o registro direto da pressão arterial e da freqüência cardíaca para posterior análise da modulação autonômica cardiovascular. O estresse oxidativo será avaliado no tecido cardíaco e no sangue pela razão redox (razão glutationa oxidada (GSH)/glutationa reduzida (GSSG)); pela lipoperoxidação de membrana (técnica de quimiluminescência); pelo dano a proteínas (técnica das carbonilas); pela medida da capacidade antioxidante total. Testes estatísticos serão devidamente aplicados para comparação dos dados. | |
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