| Processo: | 12/02476-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Beatriz Appezzato da Glória |
| Beneficiário: | Arinawa Liz del Prado Filartiga |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/09401-0 - Órgãos subterrâneos de espécies brasileiras de Aldama la Llave (Asteraceae): uma nova perspectiva, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Anatomia vegetal Estruturas secretoras em plantas Óleos essenciais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aldama anchusifolia | Aldama megapotamica | Aldama nudibasilaris | estruturas secretoras | Helianthinae | sistema subterrâneo | Anatomia vegetal |
Resumo O gênero Viguiera sensu lato possui sérios problemas filogenéticos que evidenciam a origem não monofilética e muitos esforços têm sido aplicados para a obtenção de novos dados que possam solucioná-los. Em 2011 foi publicado um artigo no qual os autores propõem a transferência das espécies sul-americanas de Viguiera para o gênero Aldama. Porém, a especialista no grupo no Brasil considera que estudos complementares aos moleculares são necessários tendo em vista que a circunscrição para as espécies sul-americanas não está bem estabelecida. Desta forma, as espécies Aldama anchusifolia (DC) E.E.Schill. & Panero, A. megapotamica (Malme) Magenta & Pirani, A. nudibasilaris (S.F.Blake) E.E.Schill. & Panero e A. pilosa (Baker) E.E.Schill. & Panero serão aqui analisadas quanto à morfo-anatomia dos órgãos vegetativos aéreos e subterrâneos, quanto à anatomia e histoquímica das estruturas secretoras e à composição química do óleo essencial com o objetivo de levantar caracteres que possam auxiliar na delimitação das espécies. Para as análises estruturais, serão confeccionadas lâminas permanentes e semipermanentes seguindo as técnicas histológicas usuais. As análises da superfície foliar e do caule serão realizadas ao microscópio eletrônico de varredura. A extração do óleo essencial será realizada por hidrodestilação em sistema do tipo Clevenger. As coletas serão realizadas em formações campestres das regiões Sul e Sudeste do Brasil, e o número amostral será equivalente a três. (AU) | |
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