| Processo: | 12/04196-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo Ambrósio |
| Beneficiário: | Helena Debiazi Zomer |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células-tronco Células-tronco embrionárias Coelhos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células de pluripotência induzida | Células tronco derivadas do tecido adiposo | células tronco embrionárias | Coelhos | iPS | Células tronco |
Resumo As células de pluripotência induzida (iPS) foram reportadas pela primeira vez em 2006 e desde então vem sendo extensivamente estudadas. Através da técnica, células somáticas adultas adquirem comportamento muito semelhante às células tronco embrionárias, reduzindo as questões éticas relacionadas ao uso destas em pesquisas. Entretanto, os mecanismos biológicos das células iPS ainda não estão completamente elucidados. Assim, pesquisas mais aprofundadas são necessárias para garantir a segurança e eficácia para sua possível utilização em futuras terapias. As células tronco derivadas do tecido adiposo consistem em um tipo de célula tronco mesenquimal multipotente que se destaca pela facilidade, rapidez e segurança de coleta e processamento. A partir de células tronco derivadas do tecido adiposo de coelhos serão produzidas células iPS utilizando a introdução de quatro fatores de transcrição (Oct3/4, Sox2, c-Myc, e Klf4). O comportamento das células será analisado para marcadores de pluripotência Oct4 e Nanog, atividade da fosfatase alcalina, capacidade de diferenciação in vitro em corpos embrióides e formação de tumores in vivo. A partir destes dados, serão realizadas análises comparativas entre as células-tronco derivadas do tecido adiposo e células iPS de coelhos. Espera-se contribuir para o desenvolvimento de uma tecnologia brasileira ainda inédita em coelhos, além de criar uma linhagem de células iPS para futuros estudos aplicados. Com base nos resultados obtidos espera-se adicionar informações importantes à literatura a cerca das propriedades das células iPS, visando sua utilização como modelo experimental para futuras terapias. | |
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