| Processo: | 12/07850-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros de Águas Interiores |
| Pesquisador responsável: | Reinaldo José da Silva |
| Beneficiário: | Lidiane Franceschini |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/11543-0 - Biodiversidade e estrutura espacial de parasitas de Loricariidae (Teleostei: Siluriformes) procedentes do Brasil, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Biodiversidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | ectoparasitas de peixes | endoparasitas de peixes | Helmintofauna | Pequenas Centrais Hidrelétricas | represamentos | Parasitologia de peixes/Helmintologia |
Resumo A imensa riqueza de espécies de peixes reflete a grande biodiversidade de seus respectivos parasitas, no entanto, estima-se que apenas uma pequena porcentagem destas espécies parasitas tenham sido descritas. Poucos estudos relatam a biodiversidade de parasitas de peixes de populações naturais, de modo a reunir informações sobre sua distribuição geográfica e aspectos da biologia e estrutura da comunidade parasitária. O conhecimento limitado sobre os aspectos biológicos, padrões de distribuição e biogeográficos e elevada variabilidade morfológica de peixes da família Loricariidae, são fatores que dificultam estudos sobre a biodiversidade acerca deste grupo, incluindo estudos sobre a diversidade parasitária destes animais. Este estudo pretende realizar um levantamento da biodiversidade de helmintos parasitas de peixes da família Loricariidae em áreas sob a influência da construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no rio Sapucaí-Mirim, Estado de São Paulo, Brasil, bem como avaliar a estrutura das comunidades parasitárias dos hospedeiros analisados. Durante dois anos, serão realizadas duas amostragens anuais (período seco/chuvoso), em oito pontos amostrais situados entre as PCHs Palmeiras, Anhanguera e Retiro. Serão avaliados 50 exemplares de cada espécie a considerar: Proloricaria prolixa, Hypostomus regani, Hypostomus ancistroides, Hypostomus albopunctatus, Hypostomus margaritifer, Hypostomus nigromaculatus, além de duas espécies do gênero Hypostomus (Hypostomus sp. 1 e Hypostomus sp. 2) que ainda estão em processo de identificação, totalizando 400 peixes. Os parâmetros avaliados serão: prevalência, abundância média, intensidade média de infecção, padrão de distribuição das espécies de parasitas, dominância, riqueza e diversidade. Outras análises e correlações poderão ser realizadas. Os espécimes serão fotodocumentados e a morfometria de estruturas de valor sistemático serão obtidas através de sistema computadorizado de análise de imagens. As necropsias e os demais procedimentos serão realizados no Laboratório de Parasitologia de Animais Silvestres, no Instituto de Biociências, UNESP, campus de Botucatu. | |
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