| Processo: | 12/08552-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Ademilson Panunto-Castelo |
| Beneficiário: | Taise Natali Landgraf |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunoterapia Antígenos Paracoccidioides brasiliensis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alvos vacinais | antígeno | imunoterapia | Paracoccidioides brasiliensis | Imunologia Celular |
Resumo A paracoccidioidomicose (PCM) é uma doença infecciosa causada pelo fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis. Dentre as micoses profundas, a PCM é a mais prevalente da América Latina e representa um importante problema de Saúde Pública nos países onde há uma maior incidência da doença - Brasil, Argentina, Colômbia e Venezuela. Embora importantes avanços em termos de imunopatogênese da PCM tenham ocorrido nos últimos anos, pequena parcela desse conhecimento tem se convertido em estratégias de imunoterapia e descobertas de antígenos candidatos a alvos vacinais e terapêuticos. Dentre esses alvos, algumas glicoproteínas têm recebido destaque como candidatos promissores, porém, nenhuma delas realmente se mostrou eficiente em diminuir a carga fúngica e o comprometimento pulmonar na PCM experimental. Resultados preliminares do nosso grupo têm mostrado que a injeção terapêutica de adjuvantes predisponentes da resposta imunitária do padrão T helper 1, protetora na PCM, induz a proteção de camundongos previamente infectados com P. brasiliensis. O fato de esses adjuvantes terem sido administrados na ausência de antígeno suscitou a hipótese de que antígenos liberados durante o curso da infecção pudessem desempenhar um papel importante na proteção observada e, consequentemente, na ativação do sistema imunológico do hospedeiro. Tais observações justificam a identificação desses antígenos como moléculas que possam modular a resposta imunitária, sendo assim, alvos terapêuticos. A gravidade que o quadro clínico da PCM pode assumir, somada à ausência de um antifúngico de baixa toxicidade e, ainda, à falta de vacinas aprovadas para o tratamento das infecções fúngicas de importância médica nos motivaram a propor o isolamento e a caracterização de componentes antigênicos de P. brasiliensis que possam ser utilizados no desenvolvimento de um modelo de intervenção imunoterapêutica, cuja indução de imunidade específica ocorra em camundongos infectados cronicamente. | |
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