| Processo: | 12/12540-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Maria Sueli Parreira de Arruda |
| Beneficiário: | Maria Sueli Parreira de Arruda |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Pesquisadores associados: | Alexandrina Sartori ; JAMES VENTURINI |
| Assunto(s): | Doenças autoimunes Esclerose múltipla Encefalite Candida albicans Doença autoimune do sistema nervoso experimental Resposta imune |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cândida Albicans | Candidíase experimental murina | Encefalite autoimune experimental | Esclerose Múltipla | resposta imune celular | Imunidade celular |
Resumo
A esclerose múltipla (EM) é uma doença autoimune grave que acomete o sistema nervoso central (SNC). Observações em pacientes e em modelos experimentais sugerem que os fungos e seus metabólitos podem contribuir com a patogênese da EM. Toxinas fúngicas, como a gliotoxina, um metabólito produzido por várias espécies dos gêneros Aspergillus e Candida, são capazes de atingir o SNC e determinar a morte apoptótica de astrócitos e oligodendrócitos. Em pacientes com EM foi constatada a presença de gliotoxina no líquido cérebro-espinhal e na urina; do mesmo modo, tanto anticorpos específicos como antígenos de Candida foram encontrados sangue periférico e/ou no líquido cérebro-espinhal destes indivíduos. Apesar destes achados, pouco se conhece sobre o real papel dos fungos nesta patologia. Assim, no presente estudo objetivamos avaliar o efeito da infecção por Candida albicans no desenvolvimento da encefalite autoimune experimental (EAE), modelo utilizado para estudos desta patologia. Para isto, camundongos C57BL/6 serão infectados com C. albicans nos seguintes momentos: antes da indução da EAE, no período da fase aguda da doença e no da fase crônica desta doença. O efeito da infecção sobre o organismo como um todo será avaliado através de parâmetros clínicos (peso e escore clínico), caracterização do processo inflamatório, determinação do grau de desmielinização, presença de fungos no tecido cerebral e determinação do índice apoptótico. O envolvimento imunológico será avaliado pela determinação fenotípica das subpopulações de linfócitos T (CD4, CD8 e Treg) e de de monócitos (CD115+Gr1+ e CD115+Gr1-). Será realizado, ainda, a determinação de IL-6, IL-17, TNF-a, IFN-y, IL-10 em sobrenadante de cultura de células esplênicas e linfonodos cervicais. (AU)
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