| Processo: | 12/19934-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Andre Luiz Meleiro Porto |
| Beneficiário: | Andre Luiz Meleiro Porto |
| Instituição Sede: | Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Marcia Nitschke |
| Assunto(s): | Agrotóxicos Biodegradação Inseticidas organoclorados Inseticidas organofosforados Inseticidas piretroides |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biodegradação | micro-organismos marinhos | organoclorados | Organofosforados | Pesticidas | piretróides | Biodegradação |
Resumo
Os agrotóxicos, também chamados de pesticidas são classificados de acordo com a natureza química do ingrediente ativo, como: piretróides, organoclorados, organofosforados e carbamatos. Os piretróides são derivados sintéticos das piretrinas, as quais são pesticidas naturais encontrados em Chrysanthemum cinerariaefolium (Crisântemos). Existem diversas estruturas, mas em geral estes pesticidas são ésteres que contêm um anel dimetilciclopropano com grupamento variável e a presença de anéis aromáticos. Os organofosforados são usados como plastificantes, agentes químicos de guerra e são amplamente utilizados em todo o mundo no controle de pragas agrícolas e domésticas, constituindo 20-38% do total de pesticidas usados nos últimos anos. Os carbamatos são bastante utilizados no combate de insetos domésticos, portanto de uso intradomiciliar, devido ao menor odor de algumas formulações inseticidas em relação aos organofosforados. O uso de organoclorados ainda é permitido no Brasil para tratamento de madeiras (cupinicidas), e no controle do mosquito da malária na região Amazônica. O resultado do uso excessivo dos pesticidas é a inevitável contaminação das águas e dos ecossistemas terrestres, levando a uma preocupação em relação à toxicidade aos organismos vivos (homens e animais). O aumento da pressão pública e da preocupação científica pressionou a maioria dos países a procurarem meios de proteger e recuperar seus ecossistemas, de modo que, na recuperação de extensas áreas agrícolas contaminadas com pesticidas, o método mais promissor é a biorremediação utilizando micro-organismos, pois estes eliminam os poluentes em locais de difícil remoção e em condições brandas. Logo, este projeto visa à investigação da biodegradação de pesticidas piretróides, organofosforados e organoclorados por fungos marinhos e bactérias. (AU)
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