| Processo: | 12/21212-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica |
| Pesquisador responsável: | Luigi Jovane |
| Beneficiário: | Daniel Rodelli |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Antártica Oceano Atlântico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antártica | Eoceno médio - Oligoceno | Magnetismo Ambiental | magnetoestratigrafia | Neotetis | Oceano Atlântico | Magnetoestratigrafia |
Resumo Esse projeto pretende usar magnetoestratigrafia e magnetismo ambiental de sedimentos carbonáticos, com a finalidade de obter uma reconstrução paleoceanográfica pelo período entre a metade do Eoceno até a base do Oligoceno que inclui o máximo climático da metade do Eoceno (MECO; ~40 Ma) e a transição dentro condições greenhouse e icehouse ao limite Eoceno-Oligoceno (33.7 Ma). Dados de propriedades magnéticas de alta resolução serão obtidos em diferentes regiões de pesquisa (Itália, Turquia, Brasil, Oceano Atlântico e Antartida). Será produzida uma curva magneto-bio-químio-estratigráfica de referência que permitirá definir os maiores eventos paleoceanográficos e paleoclimáticos em escala global e local. Junto com as análises de propriedades magnéticas, outras análises sedimentológicas e geoquímicas (XRD e XRF) das secções estudadas, que ajudarão a interpretação paleoceanográfica de (1) como as propriedades magnéticas podem marcar as variações paleoclimáticas, (2) como o sistema físico e biológico marinho respondeu as variações paleoceanográficas, e (3) como se comportam a circulação oceânica e o ciclo do carbono nestes períodos de clima quente. O objetivo principal é uma integração inovadora de dados paleomagnéticos e a reconstrução da história climática entre a metade do Eoceno até a base do Oligoceno, da resposta a condições tectônicas subjacentes, variação astronômica da insolação, mudança do ciclo do carbono e evolução climática e níveis variáveis de CO2 atmosférico. A recuperação desses arquivos estratigráficos novos e de alta qualidade permitirá obter uma visão paleoceanográfica de um período quando a concentração da CO2 atmosférica era muito parecida com aquela que poderemos ter no próximo século. | |
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