| Processo: | 12/51014-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Acordo de Cooperação: | CONICET |
| Pesquisador responsável: | Claudio de Oliveira |
| Beneficiário: | Claudio de Oliveira |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Juan Dias de Astarloa |
| Instituição Parceira no exterior: | Universidad Nacional de Mar del Plata (UNMdP) , Argentina |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Vinculado ao auxílio: | 10/17009-2 - Biodiversidade e relações filogenéticas dos gêneros Astyanax, Hemigrammus, Hyphessobrycon e Moenkhausia (Characiformes: Characidae), AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Characidae Diversidade genética Evolução animal Peixes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | Conservacao | Ecologia | Evolucao | Peixes | Sistematica |
Resumo
A família Characidae com 58% (cerca de 1.100 espécies) das espécies hoje reconhecidas de Characiformes é a maior em número de espécies em Characiformes e é também a área mais ativa em termos de descrição de espécies na ordem (mais de 250 espécies novas descritas nos últimos 10 anos ou cerca de 80% de todos os Characiformes). A recente conclusão das análises moleculares de nosso projeto temático com a família Characidae permitiu a elaboração de um trabalho no qual apresentamos uma nova hipótese de relacionamento entre os Characiformes e propomos uma nova definição de Characidae. Há, entretanto, a necessidade de estudos adicionais. Assim sendo, pretendemos: (1) testar, com base em dados moleculares, as hipóteses de monofiletismo de grandes gêneros de Characidae, principalmente Astyanax, Hemigrammus, Hyphessobrycon e Moenkhausia; (2) testar a hipótese de monofiletismo de Characidae e testar as hipóteses de monofiletismo dos grupos internos de Characidae, como proposto em nossas análises moleculares em submissão para publicação, pela adição de novos táxons, principalmente gêneros ainda não amostrados; e (3) com base nos resultados alcançados, fornecer subsídios para caracterizar os grupos monofiléticos encontrados e também para a identificação de novos táxons em Characidae. (AU)
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