| Processo: | 12/51584-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Acordo de Cooperação: | Fundação Maria Cecília Souto Vidigal |
| Pesquisador responsável: | Jair de Jesus Mari |
| Beneficiário: | Jair de Jesus Mari |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Transtorno autístico Crianças autistas Comportamento social Habilidades sociais Relações interpessoais Treinamento de pais Estudos multicêntricos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aba | Atencao Compartilhada | Autismo | Contato Visual | Treino Parental | Video Modelacao |
Resumo
A análise aplicada do comportamento (ABA) é uma intervenção de eficácia comprovada no tratamento de prejuízos sociais e funcionais de indivíduos portadores de Transtorno do Espectro Autista (TEA). No Brasil contamos com um pequeno número de profissionais capacitados e uma grande demanda não atendida na rede pública de saúde. O objetivo do presente projeto é padronizar e testar a efetividade de um modelo de treino de pais por vídeo-modelação para implementação dos repertórios de contato visual e atenção compartilhada em crianças com TEA. Esses comportamentos são fundamentais para o desenvolvimento de uma interação social adequada, principal função afetada no autismo. É um estudo multicêntrico entre Universidade Federal de São Paulo, Universidade de São Paulo e Universidade Presbiteriana Mackenzie. A amostra será composta por 60 crianças divididas em grupos de intervenção e controle que serão randomizadas individualmente por meio de sorteio. A intervenção está prevista para ser executada em 32 semanas e o desfecho primário será a aquisição dos novos repertórios de contato visual e atenção compartilhada e sua frequência verificadas através da comparação das filmagens da interação entre cada criança e seu familiar antes e depois da intervenção. Como desfechos secundários serão avaliados a melhora na qualidade de vida dos pacientes e a redução na sobrecarga familiar. O desenvolvimento e demonstração da eficácia da intervenção testada nesse projeto poderá ter grande impacto no tratamento do autismo no país, pois possibilitará o treinamento de grande quantidade de profissionais e familiares, com custo reduzido e mesmo em regiões de difícil acesso. (AU)
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