| Processo: | 12/51698-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço |
| Pesquisador responsável: | Mauro Walter Vaisberg |
| Beneficiário: | Mauro Walter Vaisberg |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Atletas Corridas Estresse oxidativo Resposta imune Resposta inflamatória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Economia De Corrida | Estresse Oxidativo | Infeccoes De Vias Aereas | Inflamacao | Perfil Imunologico |
Resumo
O bom desempenho de atletas que correm provas de longa duração (endurance) está associado aos altos níveis de consumo máximo de oxigênio (VO2 max). Entretanto estudos recentes mostram que o V02 max, não é um bom preditor para provas de endurance, pois corredores com VO2 max similar podem apresentar resultados distintos. Para uma avaliação mais precisa, a economia de corrida (EC) é apontada por diversos estudos, como um índice satisfatório para avaliar atletas participantes de eventos de endurance, mesmo que apresentem valores de VO2 max semelhantes. O aumento do consumo de oxigênio nesses atletas pode causar aumento da produção de radicais livres cujo excesso causa danos celulares ativando a reposta imune-inflamatória, o que pode influenciar negativamente o desempenho do atleta. O objetivo desse estudo é investigar a correlação entre perfis, imunológico e oxidativo, induzidos pelo exercício extenuante com economia de corrida, avaliada em maratonistas. (AU)
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