| Processo: | 13/03553-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental |
| Pesquisador responsável: | Dora Selma Fix Ventura |
| Beneficiário: | Gloria Liliana Duque Chica |
| Instituição Sede: | Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ritmo circadiano Distúrbios do sono Apneia obstrutiva do sono Nervo óptico Doenças do nervo óptico Glaucoma Melanopsinas Células ganglionares da retina Células fotorreceptoras Reflexo pupilar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Apnea Obstrutiva do Sono | disturbio do sono | Glaucoma | melanopsina | neuropatia óptica | Reflexo pupilar à luz | Neurociencia e Comportamento |
Resumo Vários estudos têm mostrado que as células ganglionares intrinsecamente fotossensíveis (ipRGCs), uma pequena população de células ganglionares que contem melanopsina, contribuem tanto para o reflexo pupilar à luz quanto para o ritmo circadiano. Atualmente, a avaliação do reflexo pupilar à luz é utilizada na prática clínica para testar a condição de funcionamento de diferentes tipos celulares da retina. Suas propriedades, como velocidade e amplitude de contração, podem ser relacionadas às perdas funcionais e anatômicas presentes nas neuropatias ópticas, e por conseguinte, prover informações objetivas valiosas sobre a funcionalidade do nervo óptico. A perda de células ganglionares da retina na neuropatia glaucomatosa faz com que esta doença seja um modelo de estudo em termos de fisiologia circadiana. Além disso, o papel chave da informação luminosa na geração de ritmos biológicos é de grande interesse para determinar como doenças oculares podem afetar o sistema circadiano. O presente estudo visa avaliar a integridade das células ganglionares que expressam a melanopsina através do reflexo pupilar à luz e compara-la a o nível de melatonina na saliva em um grupo de pacientes com neuropatia óptica glaucomatosa, e em um grupo de pacientes com distúrbio do sono (apneia obstrutiva do sono) a fim de compreender a relação das ipRGCs na patogênese das anormalidades circadianas. (AU) | |
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