| Processo: | 14/06772-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Lisete Compagno Michelini |
| Beneficiário: | Marcelo Hiro Akiyoshi Ichige |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Insuficiência cardíaca Sistema cardiovascular Sistema nervoso parassimpático Treinamento aeróbio Hemodinâmica Análise funcional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício aeróbio | Insuficiência Cardíaca | sistema nervoso parassimpático | Sistema Nervoso Simpático | Treinamento | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo O sistema cardiovascular é controlado por mecanismos neurais, locais e hormonais que se somam para garantir a manutenção da homeostase corporal, regulando a perfusão tecidual, o volume e a pressão sanguínea em situações fisiológicas e patológicas. Na Insuficiência Cardíaca (IC) há ativação de vários mecanismos no intuito de compensar o prejuízo causado por esta disfunção. Se, inicialmente, os mecanismos compensatórios mantêm o individuo relativamente estável, no longo prazo eles passam a ser deletérios e caracterizam a fase descompensada da doença. Um dos pontos mais importantes e característicos dessa fase é o desequilíbrio simpato-vagal e o aumento das respostas neuro-humorais. Já está bem estabelecido que o aumento do tônus simpático é importante para este desequilíbrio, mas há poucos estudos que analisam como se comporta o sistema nervoso parassimpático nessa situação. Ainda nesse contexto, o exercício físico aeróbio tem se destacado como um eficiente tratamento não-farmacológico para atenuar ou reverter o aumento da atividade simpática na IC, mas não há informações sobre a atividade vagal. Sabendo-se que o exercício físico é eficaz em se opor à perda da atividade parassimpática observada na hipertensão e envelhecimento, é nossa hipótese que o treinamento físico possa contribuir também para preservar a atividade parassimpática na Insuficiência Cardíaca. O objetivo deste projeto é, portanto, determinar através da análise de parâmetros funcionais e hemodinâmicos, os efeitos da IC e do exercício físico sobre o controle parassimpático bem como no balanço simpato-vagal ao coração em ratos com IC. | |
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