| Processo: | 14/11198-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Inez Staciarini Batista |
| Beneficiário: | Láysa Cristina Araújo Resende Chagas |
| Instituição Sede: | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/01332-8 - Validação dos resultados simulados do MIRE com as medidas de satélites usando o método de rádio ocultação., BE.EP.PD |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camadas Esporádicas | Campos Elétricos Perturbados | Cisalhamento de Ventos | Irregularidades em Regiões Equatoriais | Simulação da Camada Es | Ionosfera Equatorial/Baixas Latitudes |
Resumo A formação de camadas E-esporádica (Es) ocorre predominantemente pelo mecanismo de cisalhamento de ventos, onde íons metálicos convergem em uma camada fina pela ação de ventos de marés em direções opostas. Entretanto, em regiões equatoriais, este mecanismo não é efetivo devido à configuração do campo magnético. Assim, a presença das camadas Es nessas regiões é atribuída a alguns fenômenos de instabilidades de plasma provenientes da corrente do Eletrojato Equatorial (EEJ). Adicionalmente, estudos recentes mostraram que os processos de formação e a dinâmica dessas camadas Es podem sofrer influências de campos elétricos, principalmente os de penetração direta na ionosfera durante períodos perturbados. Contudo, o efeito quantitativo que tais campos elétricos exercem sobre as camadas Es não é ainda bem estabelecido. Além disso, não há nenhum estudo abrangendo a influência de campos elétricos perturbados durante o dia na região E ionosférica, ou seja, nas alturas de ocorrência das camadas Es. Portanto, este trabalho tem como foco principal realizar um estudo quantitativo do real efeito desses campos elétricos ionosféricos perturbados em regiões equatoriais e de baixas latitudes ao longo do dia. Estes campos, por sua vez, podem ser campos elétricos de penetração, associados com o início de uma tempestade magnética, ou campos elétricos persistentes, com duração de várias horas que surgem devido ao dínamo perturbado. Para isso, será necessário desenvolver uma análise criteriosa utilizando dados observacionais provindos de um radar de alta frequência, a Digissonda, para regiões equatoriais como Jicamarca (11,57°S, 76,52°O, I: -2°) e São Luís (2°S, 44° O, I: -2,3°), e para regiões de baixas latitudes como Fortaleza (3,9°S, 38,45°O, I: -9°) e Cachoeira Paulista (22,42°S, 45°O, I: -15°). Por fim, propõe-se adicionar ao Modelo Ionosférico da Região E (MIRE) a capacidade de simular adequadamente a dinâmica das camadas Es durante os períodos perturbados através da inclusão dos efeitos dos campos elétricos mencionados. | |
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