| Processo: | 14/12891-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Vera Lucia Scherholz Salgado de Castro |
| Beneficiário: | Vera Lucia Scherholz Salgado de Castro |
| Instituição Sede: | Embrapa Meio-Ambiente. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA). Jaguariúna , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Jaguariúna |
| Pesquisadores associados: | Claudio Martin Jonsson ; Diego Stéfani Teodoro Martinez ; Mariana Silveira Guerra Moura e Silva |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/11503-9 - Avaliação nanoecotoxicológica do óxido de grafeno., BP.TT |
| Assunto(s): | Toxicologia veterinária Peixes Materiais nanoestruturados Nanotecnologia Óxido de grafeno Estresse oxidativo Neurotoxicidade Biomarcadores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomarcador | hidra | Nanotecnologia | Peixe | quironomídeo | Toxicologia aquática | Nanoecotoxicologia |
Resumo
O óxido de grafeno (OG) nanoestruturado apresenta aplicações em áreas como eletrônica, farmacêutica e ambiental. Os seus promissores usos despertam preocupações quanto às consequências para a saúde humana e ambiental do descarte inadequado de seus resíduos e/ou produtos. Apesar dos estudos nanotoxicológicos terem se intensificado nos últimos anos, restam lacunas quanto aos métodos utilizados para avaliação dos riscos da nanotecnologia, vista a complexidade do comportamento dos nanomateriais no ambiente em especial na presença de matéria orgânica e na dependência das características do nanomaterial. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos toxicológicos do óxido de grafeno (OG) através de ensaios com embriões de Danio rerio (zebrafish), e outros organismos como Daphnia similis, Lactuca sativa, Hydra attenuata, Artemia salina, Chironomus sancticaroli e Pseudokirchneriella subcapitata considerando a influência da presença da interação com substâncias húmicas. Para isso, serão avaliados parâmetros de letalidade e subletalidade, como comprimento total das larvas e biomarcadores bioquímicos de metabolismo (atividade de glutationa S-transferase e fosfatase ácida), estresse oxidativo (atividade de catalase) e neurotoxicidade (atividade de acetilcolinesterase). Espera-se com isso contribuir para o estabelecimento de protocolos de análise, além de participar na consolidação da nanoecotoxicologia no Brasil, fornecendo informações que complementem o conhecimento sobre os riscos da nanotecnologia aos organismos vivos e ecossistemas. (AU)
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