| Processo: | 14/23703-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Patricia Chakur Brum |
| Beneficiário: | Patricia Chakur Brum |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Carlos Eduardo Negrão ; Niels Olsen Saraiva Câmara |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Insuficiência cardíaca Sistema musculoesquelético Treinamento físico Células-tronco Regeneração muscular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células progenitoras miogênicas | Insuficiência Cardíaca | miopatia esquelética | Músculo esquelético | Treinamento físico aeróbico | Fisiologia do Exercício |
Resumo
A insuficiência cardíaca (IC) é a via final comum da maioria das cardiomiopatias e outras doenças do aparelho circulatório. Considerando a prevalência crescente e a morbimortalidade associada representa um importante problema de saúde pública. Em quadros mais avançados, além do comprometimento funcional, portadores de IC apresentam perda de massa muscular excessiva que pode culminar em caquexia cardíaca; condição que contribui para o mau prognóstico e a mortalidade aumentada. Dentre os mecanismos responsáveis por esse quadro de miopatia esquelética, pouco se sabe sobre a participação das células precursoras miogênicas na manutenção do músculo esquelético durante a progressão da IC. Das etapas que compõem a regeneração, a ativação de precursores miogênicos sucede a resposta inflamatória e caracteriza-se principalmente pela ativação de células satélites, mas também de outras populações de células progenitoras residentes no tecido muscular e oriundas da medula óssea. Dessa forma, o melhor entendimento de como a IC compromete a capacidade de células precursoras regenerarem o músculo esquelético, se faz importante, uma vez que alterações nesse tecido contribuem para a intolerância ao esforço e pior prognóstico observados nos portadores da síndrome. Contudo, até o momento a literatura carece quase que por completo de investigações sobre o fato de o exercício físico aeróbico ser ou não um estímulo efetivo em reverter total ou parcialmente os efeitos da IC sobre a regeneração da musculatura esquelética. (AU)
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