| Processo: | 15/01666-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Carmem Silvia Fontanetti Christofoletti |
| Beneficiário: | Marcela Regina Paganuchi Grigoleto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/50197-2 - Ação de produtos empregados no cultivo da cana-de-açúcar sobre organismos não alvos, AP.BIOEN.TEM |
| Assunto(s): | Ecotoxicologia Toxicidade Imuno-histoquímica Herbicidas Pacu Piaractus mesopotamicus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomarcadores morfológicos e moleculares | herbicida | imunohistoquimica | teleósteo | Ecotoxicologia |
Resumo O uso indiscriminado de herbicidas e outros xenobióticos na cultura de cana-de-açúcar têm causado grande preocupação, visto que seus efeitos podem resultar em prejuízos tanto financeiros quanto ambientais, principalmente relacionados a organismos não alvos. Para uma avaliação do comprometimento do ambiente aquático por xenobióticos, dentre os vários grupos utilizados como bioindicadores, os peixes têm sido amplamente empregados, por possuírem papel importante na cadeia alimentar aquática. Assim, a compreensão da sensibilidade, do comportamento e respostas fisiológicas dos peixes frente aos contaminantes aquáticos tem alta relevância ecológica. Dentre os herbicidas utilizados na cultura da cana-de-açúcar, a atrazina é um dos mais amplamente empregados, cujos efeitos sobre a fauna aquática não são totalmente conhecidos. O objetivo geral deste subprojeto é avaliar a toxicidade induzida por atrazina em pacu, Piaractus mesopotamicus, como representante de organismos não alvo em recursos hídricos sujeitos à presença desse herbicida, bem como sua capacidade de recuperação. Para tal, serão empregados métodos histológicos (histoquímica e imunoistoquímica), moleculares (Western Blot) e bioquímicos (análise da concentração plasmática de cortisol e insulina), para investigar os efeitos da intoxicação aguda, da exposição de longo prazo e recuperação à atrazina em órgãos alvo como o rim, fígado e o pâncreas endócrino do pacu. A etapa do subprojeto a que se refere esse pedido de bolsa TT-3 terá como meta principal investigar os possíveis efeitos hepáticos e renais da exposição à atrazina, nas condições detalhadas na proposta do subprojeto, uma vez que ambos são órgãos alvo desse herbicida. Para tanto, serão realizadas análises histológicas (qualitativa e quantitativa) e ultraestrutural de ambos os órgãos. Ainda, no caso da investigação de alterações hepáticas, serão empregadas análises imunoistoquímica e molecular (Western Blot) para verificação da distribuição tecidual e avaliação quantitativa do conteúdo celular de HSP70, uma vez que sabidamente esta proteína do estresse se mostra alterada nos casos em que também se identificam alterações histopatológicas hepáticas, além de também ser empregada como biomarcador de contaminação aquática. (AU) | |
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