| Processo: | 15/15392-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Metodologia e Técnicas da Computação |
| Pesquisador responsável: | Caetano Traina Junior |
| Beneficiário: | Paulo Henrique de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/20360-5 - Aumentando a Escalabilidade em Limpeza de Dados Holística, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Metadados Banco de dados |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arquitetura relacional | Esquemas flexíveis | Indice de domínio | Metadados | Modelo Relacional | Tipo de Dados Conjunto | Banco de Dados |
Resumo Aplicações modernas demandam uma maior flexibilidade em termos de gerenciamento de dados, com a qual os esquemas rígidos dos Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Relacionais (SGBDRs) não têm lidado adequadamente. Dessa demanda, surgiram SGBDs que não seguem o Modelo Relacional e, usualmente, não utilizam SQL, a linguagem de acesso típica dos SGBDRs. Entretanto, esses SGBDs, chamados de NoSQL (Not Only SQL), prevalecem apenas por suas ferramentas mais proeminentes no momento, e não por um modelo de sustentação conceitual. Isso causa incertezas em instituições que dependem dessas ferramentas por longo prazo, pois o fato de uma ferramenta ser adequada no momento não garante que ela será adequada ou que sequer continuará existindo futuramente. Diante disso, este projeto de pesquisa visa o desenvolvimento de soluções de gerenciamento de dados que atendam aos requisitos de flexibilidade das aplicações modernas, mas que mantenham o Modelo Relacional como referência conceitual. Parte-se da premissa de que a rigidez dos SGBDRs atuais decorre de como estes foram implementados e que é possível implementar um SGBDR que proporcione: (i) flexibilidade ao definir uma relação, de maneira que a estrutura das tuplas não precise ser idêntica para toda a relação nem precise ser detalhadamente definida em uma estrutura tabular; (ii) flexibilidade ao definir um índice, para que este possa ser associado a atributos de diferentes relações com base no domínio dos mesmos, inclusive atributos não previstos no esquema. Nesse contexto, este projeto propõe definir e desenvolver o conceito de índice de domínio, de forma a proporcionar tal flexibilidade aos SGBDRs atuais. Também é proposto o desenvolvimento de um protótipo com os módulos necessários à extensão de um SGBDR para executar e avaliar o novo conceito. | |
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