| Processo: | 15/21718-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Thiago Luiz de Russo |
| Beneficiário: | Paula Aiello Tomé de Souza Castro |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/21621-3 - Efeito do treino tarefa específica sobre adaptação muscular em gerbilos pós-acidente vascular encefálico isquêmico, AP.R |
| Assunto(s): | Acidente vascular cerebral Sistema musculoesquelético Reabilitação (terapêutica médica) Atrofia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acidente Vascular Cerebral | Atrofia | Músculo esquelético | Reabilitação | Fisioterapia Neurológica |
Resumo O acidente vascular cerebral (AVC) é considerado a doença que mais incapacita adultos no mundo. A grande maioria dos sujeitos pós-AVC apresenta alterações da funcionalidade do membro superior (MS) em decorrência da fraqueza muscular. Fatores relacionados ao sistema nervoso central (SNC) e também ao músculo esquelético parecem contribuir para esta fraqueza. Modelos animais que mimetizam, em parte, as alterações em decorrência do AVC vêm sendo desenvolvidos, como por exemplo, a isquemia cerebral induzida por endotelina-1. Apesar das alterações morfológicas, moleculares e funcionais do SNC já terem sido bem descritas, até o momento não existe informação em relação às modificações musculares neste modelo. Além disso, destaca-se que o treino tarefa-específico, semelhante à terapia por contensão induzida, vem sendo amplamente realizado neste modelo, sendo capaz de reverter a incapacidade e promover a recuperação do SNC. Assim, dois experimentos serão desenvolvidos: um primeiro que visa detectar adaptação dos músculos da pata dianteira parética na fase aguda e tardia pós-isquemia cerebral por endotelina-1; e um segundo experimento que analisará o efeito do treinamento tarefa-específico na adaptação de músculos esqueléticos paréticos da pata dianteira. Para tal uma lesão cerebral isquêmica será induzida por endotelina-1 na área sensoriomotora do hemisfério dominante de ratos, prejudicando a função da pata dianteira. Testes comportamentais, como o do cilindro, que avalia o uso da pata dianteira durante uma atividade exploratória, e funcionais, como o de recolher peletes, em que o animal alcança o alimento, serão usados para caracterizar a disfunção da pata dianteira. Os músculos bíceps braquial e tríceps braquial serão avaliados nas patas dominantes destes animais. Para o experimento 1: os músculos serão avaliados 4 dias (fase aguda) ou 16 dias após a indução da isquemia cerebral (fase tardia). Já para o experimento 2: os músculos serão avaliados após 16 dias de indução da isquemia cerebral e 10 dias de treinamento consecutivos. Serão investigadas vias moleculares de regulação de massa por Western Blot. Marcadores de atrofia da via ubiquitina-proteossomo, como as E3 ligases (atrogina-1, MuRF-1 e FbxO40), transcrição (MyoD) e da proliferação celular (miostatina) serão foco destes estudos. Técnicas histológicas serão usadas para verificar a presença ou não de atrofia muscular. Estes resultados poderão trazer informações que subsidiando a importância da implementação precoce de programas de reabilitação após um AVC. (AU) | |
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