| Processo: | 15/25834-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Radiologia e Fotobiologia |
| Pesquisador responsável: | Anderson Garbuglio de Oliveira |
| Beneficiário: | Anderson Garbuglio de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/15696-1 - Estudo da bioluminescência da salpa Thalia democratica,
BP.TT 16/04290-1 - Purificação e caracterização fotoproteína do molusco Dosidicus gigas., BP.TT |
| Assunto(s): | Bioluminescência Luciferases Luciferina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bioluminescência marinha | Fotoproteina | luciferase | luciferina | Bioluminescência |
Resumo
Bioluminescência, a emissão de luz fria e visível por seres vivos, é um processo biológico extremamente importante. Esse fenômeno é representado no ambiente marinho por uma extraordinária variedade de organismos que utilizam sua capacidade de produzir luz para encontrar alimentos, se comunicar e afastar predadores. Diferentes mecanismos químicos e distribuições filogenéticas presentes nesses organismos luminescentes evidenciam as vantagens ecológicas dessa capacidade. No entanto, as origens, funções e a natureza química de alguns sistemas bioluminescentes ainda permanecem obscuras. Entre os mecanismos de bioluminescência pouco compreendidos pode-se citar o do anelídeo marinho Chaetopterus variopedatus. As reações luminescentes reportadas para esse organismo in vitro são muito mais lentas e ineficientes quando comparadas a sua bioluminescência. De fato, o verdadeiro fator de ativação intrínseco de sua luminescência ainda continua indeterminado, bem como os mecanismos de oxidação envolvidos.O presente projeto tem como objetivo isolar e caracterizar a luciferina e fotoproteína envolvida no mecanismo de emissão de luz do anelídeo C. variopedatus. Ainda, propõe-se também prospectar no litoral brasileiro sistemas bioluminescentes marinhos que ainda não foram caracterizados quimicamente. Dessa maneira, espera-se que os resultados obtidos neste projeto contribuam para a produção de novos estudos acadêmicos e aplicados. (AU)
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