| Processo: | 16/22483-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Maria Aparecida Marin Morales |
| Beneficiário: | Lais Roberta Deroldo Sommaggio |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/17774-1 - Influência da composição do efluente secundário na desinfecção por processos oxidativos avançados, AP.JP |
| Assunto(s): | Genotoxicidade Cultura de células Estresse oxidativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cultura de células | Estresse oxidativo | estrogenicidade | Genotoxicidade | Levedura recombinante | Salmonella Microssoma | Ecotoxicologia aplicada a engenharia sanitária |
Resumo Dentre os processos para tratamento de efluentes de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), destacam-se os de desinfecção por oxidação avançada, como a ozonização e a radiação ultravioleta (UV) juntamente com o peróxido de hidrogênio (H2O2). Esses processos geram radical hidroxila (OH·) que promovem a oxidação dos contaminantes e desinfecção do efluente. A eficiência do tratamento adequado desses efluentes é fundamental para o posterior reaproveitamento dessas águas (reuso). Como os processos oxidativos avançados podem gerar compostos muito tóxicos, que podem inviabilizar a reutilização das águas desses efluentes, há a necessidade da realização de bioensaios que permitam uma avaliação criteriosa da isenção de toxicidade dos mesmos. A aplicação de novas tecnologias para o tratamento de efluentes requer uma validação da eficiência, do processo, para que não haja comprometimento do ecossistema associado ao corpo receptor deste efluente. Então, além de medir o poder desinfetante do sistema utilizado, é necessário monitorar os possíveis impactos ambientais que o mesmo possa causar. Amostras de efluentes de duas ETEs, com características físico-química distintas, serão submetidas a tratamentos com ozônio e UV/H2O2, por períodos de 15 e 30 minutos. Será realizada uma avaliação dos potencias genotóxico, mutagênico, estrogênico e ensaios de estresse oxidativo, antes e após o tratamento desses efluentes. Para isso, serão utilizados os ensaios de cultura de células humanas (HepG2; MELN); teste de Ames; e de levedura recombinante (ER-RYA). Também será realizada uma caracterização microbiológica para avaliação dos micro-organismos persistentes no efluente final. Com este estudo, espera-se monitorar, por meio de uma combinação de bioensaios, a eficiência de processos oxidativos avançados usados nos tratamentos de efluentes de ETEs; e contribuir para a implementação de metodologias mais eficientes a serem utilizadas nos sistemas de tratamento de efluente, visando a reutilização segura desses efluentes e a minimização de impactos ambientais. | |
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