| Processo: | 17/11865-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunoquímica |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Pereira Velosa |
| Beneficiário: | Lais Brito |
| Instituição Sede: | Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Escleroderma sistêmico Imunogenicidade Colágeno tipo V Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | colágeno V | Esclerose sistêmica | Fracionamento bioquímico | Fracionamento enzimático | Imunogenicidade | Imunologia de Proteínas |
Resumo A Esclerose Sistêmica (ES) é uma doença autoimune reumática de etiologia desconhecida, caracterizada principalmente pela vasculopatia, autoimunidade e fibrose da pele e órgãos internos. O acúmulo de fibras de colágeno é a característica mais marcante na patogênese da ES, sendo o aumento da expressão do colágeno tipo V (Col V), já nos estágios iniciais da doença. Nos últimos anos, o Col V tem sido associado à autoimunidade em várias doenças, ao ser exposto ao sistema imunológico em processos de remodelamento tecidual. Na ES sugere-se uma participação importante desta proteína na patogênese da doença, visto que foi mostrado depósito de Col V anômalo na pele e pulmão de pacientes com ES, relacionado à atividade da doença; além da imunização de coelhos saudáveis com Col V desenvolver um modelo experimental similar a ES, com características histológicas e imunológicas semelhantes à doença em humanos, as quais são revertidas após indução de tolerância nasal com Col V. Este estudo tem como objetivo desenvolver métodos bioquímicos e enzimáticos de clivagem do Col V, para estudo da imunogenicidade desta proteína na ES. Os fragmentos de Col V serão caracterizados de acordo com o seu peso molecular e o potencial antigênico do Col V na ES será avaliado por imunoblot, utilizando os soros de coelhos do modelo de ES, antes e após indução de tolerância nasal com Col V. Ainda, fragmentos com maior potencial antigênico serão, também, identificados por imunoblot, com 6 soros de pacientes com anticorpos anti-Col V. | |
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