| Processo: | 17/12925-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Mauro Galetti Rodrigues |
| Beneficiário: | William Bercê da Silva |
| Supervisor: | Sebastian Augusto Ballari |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), Argentina |
| Vinculado à bolsa: | 15/22844-1 - Dieta do javaporco Sus scrofana região de Rio Claro, São Paulo, BP.IC |
| Assunto(s): | Gestão ambiental Monitoramento ambiental Invasão biológica Espécies invasoras Áreas de conservação Javalis Argentina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biological Invasion | Conservation unities | Control and Management | Invasive Species | Wild boars | Invasão Biológica |
Resumo O javali é o mamífero introduzido com distribuição mais ampla no mundo. Na Argentina, a espécies foi introduzida há mais de 100 anos com propósitos cinegéticos e dispersou por boa parte do território, incluindo areas naturais protegidas. No Parque Nacional Nahuel Huapi, o javali está presente há décadas, causando uma variedade de impactos negativos que incluem a modificação de propriedades físico-químicas do solo, predação de fauna nativa, dispersão de sementes de plantas exóticas e transmissão de doenças. Portanto, a espécie invasora é causa grande preocupação ao Parque. Nesse projeto iremos usar dados de presença da espécies coletados em projetos anteriores e dados de campo atuais. Com a informação obtida faremos uma atualização do mapa de distribuição no parque, onde mostraremos a dispersão do javali desde sua introdução. O mapa servirá como base para definição de areas prioritárias de controle. Essa informação será usada pelo parque e pelos pesquisadores do CONCIET para delinear estratégias mais eficientes de manejo, tendo como objetivo principal o controle dessa espécie invasora, evitando sua dispersão e reduzindo seus impactos. (AU) | |
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