| Processo: | 17/19277-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica |
| Pesquisador responsável: | Leonardo Querobim Yokoyama |
| Beneficiário: | Leonardo Querobim Yokoyama |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santos |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/11845-8 - Bolsa de treinamento técnico para apoio à projeto de ecologia de praias arenosas, BP.TT |
| Assunto(s): | Urbanização Baixada Santista (SP) Organização e administração Praias arenosas Macrofauna Morfodinâmica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Baixada Santista | gestão | Macrofauna | morfodinâmica | Praias arenosas | urbanização | Ecologia de Praias Arenosas |
Resumo
Globalmente a zona costeira vem sendo palco de uma intensificação do processo de urbanização. Há inúmeros registros de aumento do número de estruturas artificiais, maior aporte e procura pelo turismo, exploração econômica, além dos efeitos conjuntos das mudanças climáticas. Neste cenário, um dos ambientes mais frágeis e sensíveis são as praias arenosas. Estes locais abrigam uma biodiversidade particular que, comprovadamente, já sofre os efeitos negativos do aumento da urbanização costeira. Modificações no sedimento, estruturas artificiais, pisoteio e circulação de veículos são alguns dos vários impactos que afetam estes ambientes. Neste contexto, o manejo adequado deste ambiente requer o conhecimento de informações básicas, como características abióticas e a própria biodiversidade. A Baixada Santista, localizada no litoral central do Estado de São Paulo, pode ser considerada como um modelo para a avaliação dos efeitos da urbanização na biodiversidade. A presença do maior porto da América Latina, o polo industrial de Cubatão, estruturas artificiais distribuídas ao longo da costa e o intenso turismo em certas épocas do ano contrastam com a baixa quantidade de informações e a relação entre estes fatores e a biodiversidade das praias. Portanto, esta proposta tem a intenção de fazer uma avaliação do efeito da urbanização na biodiversidade das praias arenosas da Baixada Santista. Para tanto será feita uma (i) caracterização abiótica e do nível de urbanização das praias e (ii) uma avaliação da relação urbanização e biodiversidade. Por fim, proponho que os resultados sejam discutidos com diferentes atores da sociedade para avançarmos nas discussões do manejo e da gestão desse ambiente. (AU)
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