| Processo: | 17/25720-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Pesquisador responsável: | Cristina Yumi Miyaki |
| Beneficiário: | Gregory Thom e Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/50297-0 - Dimensions US-BIOTA São Paulo: integrando disciplinas para a predição da biodiversidade da Floresta Atlântica no Brasil, AP.BTA.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/17869-3 - Filogenômica comparada de espécies de aves montanas do sul da Floresta Atlântica: Integrando aspectos evolutivos e ecológicos no estudo da formação de comunidades, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Demografia histórica Fluxo gênico Filogeografia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Captura de Sequencias | Demografia Histórica | Elementos Ultra Conservados | Fluxo gênico | Filogeografia |
Resumo Alterações históricas na distribuição de um ambiente podem promover uma resposta sincrônica de toda a comunidade biológica. Contudo, aspectos ecológicos de cada população tendem a gerar variância nos processos de diversificação. Na região Neotropical a Floresta Atlântica (FA) se destaca pela alta biodiversidade, intimamente relacionada ao complexo histórico de formação da paisagem. Em geral, análises filogeográficas de organismos da FA tem utilizado como modelos de estudo táxons com ampla distribuição geográfica e de altitude. O estudo de organismos que ocorrem em hábitats mais restritos pode contribuir no entendimento de processos mais específicos que podem não ser detectados utilizando táxons com distribuição mais ampla. Nesse contexto, os ambientes montanos da FA se destacam por concentrarem alta biodiversidade e reduzido número de estudos explorando o modo de diversificação de sua biota. Mudanças no padrão de precipitação e temperatura ao longo do Quaternário podem ter alterado a distribuição de hábitats altitudinalmente, promovendo a expansão de ambientes montanos em períodos glaciais e retração em períodos interglaciais. Na região montanhosa do sul da FA (no Estado de São Paulo) se destaca uma descontinuidade de mais de 300 km de comprimento sem elevações superiores a 1000 m. Esse cenário permite testar hipóteses de diversificação associadas a possíveis conexões históricas entre essas áreas mais elevadas, assim como testar efeitos de variáveis ecológicas associadas a taxas de dispersão de espécies que ocorrem nesse sistema. O presente projeto tem como objetivo avaliar o grau de estruturação genética e demografia histórica de pares de populações que ocorrem nessas áreas montanas elevadas do sul da FA, testando hipóteses de diversificação para a comunidade de aves que ocorrem nesse ambiente. Os resultados obtidos, quando comparados a outros estudos já realizados, devem permitir um melhor entendimento do modo de diversificação de organismos montanos e auxiliar em estratégias de conservação. | |
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