| Processo: | 18/02538-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Pesquisador responsável: | Vadim Viviani |
| Beneficiário: | Atílio Tomazini Júnior |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 10/05426-8 - Bioluminescência de artrópodes: diversidade biológica em biomas brasileiros; origem bioquímica; evolução estrutural/funcional de luciferases; diferenciação molecular das lanternas; aplicações biotecnológicas, ambientais e educacionais, AP.TEM |
| Assunto(s): | Estrutura tridimensional de proteínas Luciferases Luciferina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | CoA-ligases | luciferases | luciferina | sensibilidade ao pH | Estrutura tridimensional de proteínas |
Resumo A bioluminescência é a emissão de luz visível por organismos vivos, a qual apresenta importantes funções comunicativas intra- e inter-específicas, dentre as quais destacam-se a atração sexual, defesa, camuflagem e atração de presas. Uma reação bioluminescente envolve, basicamente, a oxidação por oxigênio de compostos genericamente conhecidos como luciferinas. Essas reações são catalisadas por enzimas denominadas de luciferases. Nas luciferases de besouros, os determinantes estruturais dos espectros de bioluminescência e sensibilidade ao pH ainda não estão claros. Luciferases que emitem em extremos dos espectros de bioluminescência oferecem modelos para elucidar esses determinantes. Além disto, os determinantes estruturais e a origem da atividade oxigenásica/luciferasica nas luciferases e nas CoA-ligases ainda não foram determinados. Neste trabalho, serão cristalizadas as luciferases emissoras de luz verde de Pyrearinus termitilluminans, de luz vermelha de Phrixotrix hirtus e pH-sensitiva de Macrolampis sp2 na presença de análogos de luciferina ou metais, para determinação da estrutura tridimensional e reconhecimento dos sítios ativo e de ligação de metais. Espera-se que através da comparação das estruturas tridimensionais obtidas e das descritas na literatura possamos identificar os resíduos e grupos catalíticos responsáveis pela atividade oxigenasica e entender como a estrutura influencia o espectro de luz emitida. Através da compreensão da relação entre estrutura e função dessas proteínas, será possível incrementar suas propriedades catalíticas, afim de que possam ser utilizadas em aplicações biotecnológicas e biomédicas. | |
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