| Processo: | 18/03994-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 08 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 07 de maio de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Thiago dos Santos Moreira |
| Beneficiário: | Talita de Melo e Silva |
| Supervisor: | Jose Javier Otero |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Ohio State University, Columbus, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/12678-2 - Participação dos astrócitos localizados na superfície ventrolateral do bulbo nas respostas ventilatórias à hipercapnia e hipóxia, BP.PD |
| Assunto(s): | Astrócitos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | astrócitos | Phox2b | Controle neural respiratório |
Resumo Além dos neurônios, os astrócitos da superfície ventral do bulbo também são quimiossensíveis, contribuem com o controle respiratório e se desenvolvem no mesmo período que os neurônios do núcleo retrotrapezóide (RTN). Essas células estão localizadas estrategicamente, respondem a diminuições na concentração de O2 inspirado e a quedas no pH, com elevação dos níveis de Ca2+ intracelular e liberação de ATP. O ATP é capaz de ativar neurônios do RTN, que por sua vez integram esta informação a rede neural respiratória para modificar o padrão respiratório e ajustar a ventilação pulmonar.Uma avaliação ultraestrutural da região do RTN/grupamento parafacial mostrou que animais que não possuem astrócitos derivados de Phox2b, apresentam distrofia neuroaxonal em neurônios que enviam projeções para o RTN, dentre essas distrofias foi observado aumento do diâmetro dos terminais axonais e aumento na porcentagem de terminais que apresentam vacúolos autofagossomos. Além disso, a ablação seletiva desses astrócitos também afeta o aumento dos parâmetros respiratórios induzidos por hipóxia, o que amplia a possibilidade de que a resposta quimiossensorial à queda de O2 necessite de astrócitos derivados de PHOX2B para a ativação da rede neural respiratória. Os quimiorreceptores periféricos estimulam o centro gerador de ritmo e padrão respiratório de maneira direta e indireta, por ativar o RTN através de uma projeção neuronal oriunda do núcleo do trato solitário (NTS). Com base nessas evidências surgiram importantes questionamentos: a ablação de astrócitos derivados de PHOX2B afeta a morfologia de terminais axonais do NTScomissural que estão em contato com neurônios do RTN? Os astrócitos estão envolvidos com características estruturais, metabólicas e funcionais dos neurônios, sendo assim, a ablação dos astrócitos derivados de PHOX2B é capaz de modificar os mecanismos autofágicos que podem desencadear a degeneração axonal e prejudicar o controle respiratório?Considerando que as projeções do NTScomissural para o RTN já estão bem descritas na literatura, e também a importância dessas áreas para o controle de respiração, nosso principal objetivo é avaliar características neuroanatômicas, moleculares e fisiológicas sobre a participação dos astrócitos derivados de PHOX2B neste circuito neural e também um possível envolvimento desses astrócitos na regulação de mecanismos autofágicos, que podem desencadear um processo de neurodegeneração e alterações na respiração. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |