| Processo: | 18/15740-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Marinella Holzhausen Caldeira |
| Beneficiário: | Danilo Andrés Balzarini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Engenharia tecidual Doenças periodontais Regeneração óssea Regeneração tecidual guiada periodontal Ligamento periodontal Células-tronco Receptor PAR-1 Osteogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células-tronco | Engenharia tecidual | periodontia | Receptor PAR-1 | regeneração óssea | Engenharia Tecidual |
Resumo Na Odontologia, a doença periodontal é altamente prevalente e tem como característica a reabsorção do ligamento periodontal, cemento e osso alveolar. A regeneração de tecidos e órgãos danificados é considerada o resultado ideal de um tratamento e tem sido buscada através de soluções biológicas já que métodos tradicionais utilizados para o tratamento dos defeitos ósseos têm apresentado algumas limitações. Desta forma, esforços recentes no tratamento da doença periodontal têm focado em abordagens regenerativas baseadas em células. As membranas têm atraído ampla atenção para reparação/regeneração de defeitos periodontais por serem capazes de permitir a proliferação osteoblástica e de suportar a formação de matriz mineralizada. A obtenção de membranas de células (cell sheets), através do descolamento da camada celular da placa de cultivo (sem dissociação das mesmas) é um método que tem se destacado no cenário atual. Adicionalmente, as células-tronco do ligamento periodontal (PDLSCs) são capazes de se diferenciar em cementoblastos/osteoblastos, adipócitos e células formadoras de colágeno, contribuindo para a regeneração tecidual periodontal. Já se sabe que o receptor ativado por protease do tipo 1 (PAR 1 ) exerce um papel crucial na iniciação e manutenção da inflamação e na reparação de fraturas, regulando vários aspectos da função dos osteoblastos. Recentemente, nosso grupo observou que a ativação do PAR 1 é capaz de aumentar a atividade osteogênica das PDLSCs. Contudo, o mecanismo pelo qual esse processo é realizado ainda não foi completamente esclarecido e seu papel através do uso de membranas de células ainda não foi estudado. Desta forma, o objetivo principal deste trabalho será avaliar o efeito da ativação do PAR 1 sobre a atividade osteogênica in vitro em membranas de células obtidas a partir de PDLSCs ativadas com o peptídeo ativador do PAR 1 a fim de desenvolver uma nova abordagem terapêutica que poderá ser utilizada no futuro no tratamento de defeitos periodontais. Além disso, o presente trabalho irá avaliar as possíveis vias de sinalização e fatores de transcrição envolvidos no processo de osteogênese mediado pelo PAR 1 em PDLSCs. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |