| Processo: | 18/22044-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar |
| Pesquisador responsável: | Beatriz Leonor Silveira Barbuy |
| Beneficiário: | Stefano Oliveira de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/18100-4 - Populações estelares na Via Láctea: bojo, halo, disco e regiões de formação de estrelas; instrumentação para espectroscopia de alta resolução, AP.TEM |
| Assunto(s): | Populações estelares Formação e evolução da galáxia Aglomerados de galáxias Fotometria Espectroscopia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diagramas cor-magnitude | Espectroscopia | Evolução química da Galaxia | isócronas | órbitas de aglomerados estelares | populacoes estelares | Fotometria e Espectroscopia |
Resumo O bojo galáctico é a componente da via láctea que causa mais debates na atualidade, pois tem implicacões importantes no tema da formacão da nossa e de outras galáxias. O objetivo deste projeto é o estudo de aglomerados globulares como traçadores da formacão e evolucão do bojo galáctico, com fotometria, e espectroscopia, complementado com estudos dinâmicos. A fotometria de alta qualidade obtidas com o Telescópio Espacial Hubble (HST) e o instrumento GEMS@Gemini seremos capazes de determinar idades com alta precisão. Análises espectroscópicas serão feitas com dados de diferentes resolucões: R~45,000 com UVES@VLT e STELES@SOAR no óptico, R~70,000 com APOGEE@SDSS, média R~22,000 com GIRAFFE@VLT, e baixa R~4,000 com outros instrumentos. Isto se deve a termos perspectivas de obter dados destes diferentes telescópios principalmente, mas estas análises com diferentes resolucões têm a utilidade paralela de se prestarem a projecões de estudos com os futuros telescópios gigantes para objetos mais distantes ou mais fracos. Finalmente, de posse de idades, metalicidades e abundâncias dos elementos, combinados com as distâncias, velocidades radiais e, a partir do satélite Gaia, movimentos próprios, podemos construir suas órbitas usando um potencial galáctico consistente com as observacões. (AU) | |
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