Resumo
O presente estudo tem como objetivo investigar se o uso de mesas de altura ajustável em ambiente real de trabalho por um período prolongado pode melhorar os sintomas musculoesqueléticos, o nível de atividade física e interferir positivamente na composição corporal de trabalhadores administrativos com sobrepeso e obesidade (Estudo 1); bem como avaliar se a utilização da mesa ajustável interfere no nível de atividade física fora do trabalho dessa mesma população (Estudo 2). Serão avaliados 30 trabalhadores administrativos, divididos em um grupo caso (n=15) e um grupo controle (n=15). O grupo caso será composto por sujeitos da população que apresentem sobrepeso ou obesidade grau 1 (IMC entre 25.0 e 34.9 kg/m2). No Estudo 1 está prevista a avaliação dos participantes por meio de questionários autoaplicáveis acerca da percepção de sintomas, produtividade e fadiga. Além disso, composição corporal será mensurada a partir da absorção de raio X de dupla energia (DEXA) e os acelerômetros serão utilizados para medir o nível de atividade física no trabalho. O comportamento de uso das mesas será avaliado por meio de um software integrado ao sistema da mesa, que será desenvolvido para registrar todas as mudanças de posição (baixa - trabalho sentado; alta - trabalho em pé). No Estudo 2, serão utilizados acelerômetros e um diário para registrar o nível de atividade física da amostra do estudo fora do trabalho. Compreender se a utilização de mesa ajustável pode interferir positivamente na saúde musculoesquelética, sem interferir no nível de atividade física no lazer, é de extrema importância para essa população e uma questão de saúde pública, uma vez que trata de uma solução coadjuvante para prevenção de sedentarismo e obesidade. (AU)
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