| Processo: | 19/02539-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Pablo Agustin Vargas |
| Beneficiário: | Ana Luiza Oliveira Corrêa Roza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Patologia bucal Tumores odontogênicos Ameloblastoma Proteômica Marcadores prognósticos Biologia computacional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ameloblastoma | carcinoma ameloblástico | Ossos gnáticos | proteômica | Tumor odontogênico adenomatoide | Odontologia |
Resumo Tumores odontogênicos são incomuns na prática da Patologia Oral e possuem comportamento clínico que variam de acordo com as suas características clínicas, radiográficas e microscópicas. Tumores odontogênicos adenomatoides (TOA) são tumores expansivos, de crescimento lento e progressivo, localizados principalmente na região anterior da maxila de crianças. Ameloblastomas são tumores odontogênicos com comportamento biológico potencialmente infiltrativo e agressivo, com taxas consideráveis de recorrência, localizados principalmente na região posterior da mandíbula de adultos jovens, demonstrando mutações nos genes BRAFV600E e SMO. Carcinoma ameloblástico (CA) representa a contraparte maligna do ameloblastoma e um terço dos pacientes desenvolvem metástases pulmonares tardias. Análises de proteômica têm sido utilizadas para revelar a expressão proteica em larga escala de várias neoplasias, entretanto essa técnica ainda não foi aplicada no contexto de tumores odontogênicos. O objetivo deste trabalho é determinar o perfil clinicopatológico e proteômico do TOA, ameloblastoma e CA de três países, identificando marcadores prognósticos para as lesões agressivas. Vinte amostras com material representativo serão coletadas a partir de blocos de parafina adquiridos dos arquivos de quatro laboratórios de Patologia Oral no Brasil, Guatemala e África do Sul, sendo 10 casos de TOA, 5 de ameloblastoma e 5 de CA que serão submetidos a espectrometria de massas acoplada a cromatografia líquida para o estudo proteômico. A identificação das proteínas será realizada com base na biblioteca UniProt. Análises de bioinformática para determinação da sub- ou super-expressão de cada componente serão realizadas utilizando-se diferentes softwares, como o pacote MaxQuant e o SIMCA 14.1. O potencial prognóstico das proteínas que obtiveram resultado estatisticamente significativo será validado por meio de reações imunoistoquímicas em uma amostra de conveniência composta pelo dobro do número de casos de cada tumor, por meio da correlação com dados clinicopatológicos e de sobrevida. O uso destas técnicas poderá contribuir o tratamento dos pacientes afetados. (AU) | |
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