| Processo: | 19/05915-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2022 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Minas - Pesquisa Mineral |
| Pesquisador responsável: | Neilo Marcos Trindade |
| Beneficiário: | Neilo Marcos Trindade |
| Instituição Sede: | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Elisabeth Mateus Yoshimura |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/00626-3 - Confecção de um sistema TL/RL de baixo custo, BP.TT |
| Assunto(s): | Dosimetria Minerais Luminescência Radiação ionizante |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Absorção óptica UV-Vis_NIR | Dosimetria | luminescência | minerais | Luminescência de Minerais |
Resumo
O projeto prevê o estudo de minerais brasileiros para aplicação em dosimetria das radiações. Por se tratar de amostras naturais, a determinação do espectro de absorção óptica (AO) é importante para permitir uma correlação entre os íons absorvedores presentes no mineral e os efeitos observados pré- e pós-irradiação. Portanto, esse projeto sugere a aquisição de um Espectrômetro de Absorção Óptica na região UV-Vis. Nesse projeto, além das investigações propostas por medidas espectroscópicas, será usado técnicas habituais presentes no laboratório, como Termoluminescência (TL) e Luminescência Opticamente Estimulada (OSL). O primeiro material de interesse é a alexandrita (BeAl2O4:Cr3+), variedade crisoberilo amplamente encontrado no Brasil; porém, ainda é uma gema pouco conhecida quanto as suas propriedades físicas. De forma geral, o objetivo deste trabalho é investigar a presença dos íons Cr3+ e Fe3+ em alexandrita, além de outros elementos e fases, e o quanto eles influenciam nas propriedades ópticas, principalmente quanto à absorção óptica e resposta luminescente; e a viabilidade para material dosimétrico. Recentemente, a investigação de minerais naturais de alexandrita mostrou que o sinal TL e OSL aumenta linearmente em função da dose (radiação ionizante beta), portanto, alexandrita tem mostrado potencial para uso em dosimetria. Ainda considerando suas propriedades luminescentes, e que o Brasil é atualmente o maior produtor mundial de alexandrita, este projeto também propõe a caracterização de detectores no formato de pastilhas contendo alexandrita e um aglutinante. A pesquisa será realizada em colaboração com a Universidade de São Paulo. (AU)
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